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sexta-feira, 2 de março de 2012

"Se todos fizessem um pouco...o mundo era um lugar prazeroso para eles viverem!"



 Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.


 Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.




Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

 Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.
 

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.


Se as Camaras Municipais  realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

 Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos canis e gatis.


Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.
 

Se não houvesse animais vadiando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.
 
 Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

 Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.
 
 Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.


Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.


 Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

 Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.


Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.


Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.
 
 Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

 Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

 Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos  e mortes seria atenuada.
Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.

Autora: Maria Augusta Toledo

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O MAIOR SONHO DE UM ANIMAL ABANDONADO NESTE FIM DE ANO....É TER UM DONO E SAIR DO CANIL!!



 O MAIOR SONHO DE UM ANIMAL ABANDONADO NESTE FIM DE ANO....É TER UM DONO QUE O AME...SAIR DO CANIL!!
O MAIOR SONHO DE UM GATO.....É TER UM LOCAL QUENTINHO PARA DORMIR, COMIDA E FESTINHAS QUANDO LHE APETECER!! EXISTEM MILHARES DE GATOS NAS INSTITUIÇÕES E NAS RUAS!
O MAIOR SONHO DE UM CÃO....É TER UM DONO QUE O AME COMO ELE É CAPAZ DE AMAR!!QUE NÃO O ABANDONE...COMO ELE ERA INCAPAZ DE O ABANDONAR!!
O MAIOR SONHO DE UM GATO....É QUE OS SEUS AMIGOS DE RUA SEJAM ESTERILIZADOS PARA QUE NÃO HAJA TANTOS DOENTES E COM FOME!!
O MAIOR SONHO DE UM CÃO....É QUE AS PESSOAS CONTINUEM A DOAR COMIDA E A ADOTAR OS MILHARES DE CÃES QUE EXISTEM NAS INSTITUIÇÕES E CANIS MUNICIPAIS!!
O MAIOR SONHO DE UM GATO...É QUE MUITOS SERES HUMANOS DEIXEM DE TER PRECONCEITOS COM ALGUNS GATOS!!
O MAIOR SONHO DE UM CÃO....É NÃO TER TANTAS CRIAS, PORQUE MUITAS VÃO PARAR A CASA DE SERES HUMANOS, QUE SÓ GOSTAM DELES EM BEBÉS E QUANDO CRESCEM, DEITAM-NOS FORA COMO SE FOSSE LIXO!!

O MAIOR SONHO DOS ANIMAIS...É SEREM RESPEITADOS E TEREM DIREITO Á VIDA COM DIGNIDADE!
O MAIOR SONHO DOS ANIMAIS...É SEREM FELIZES COMO ESTES E COMO MUITOS QUE TÊM CASA, CARINHO E CONFORTO!! ACABE O ANO COM COMPAIXÃO...COMECE O NOVO ANO COM UM NOVO SER NO SEU CORAÇÃO! REALIZE UM SONHO DOS MUITOS ANIMAIS QUE SONHAM COM UM DONO!!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

RELATOS REAIS EM COMO OS ANIMAIS MODIFICAM A NOSSA VIDA .....PARA MELHOR!!

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
Maruskinha
"Ás vezes a vida prega-nos partidas. Partidas que podem contribuir para a nossa felicidade. Ou não.
E muitas das vezes não nos apercebemos que essas partidas são um sinal. Mas também se percebêssemos, então não existiria o tal chamado "Destino". Ao longo da nossa vida vamos construindo memórias, que um dia mais tarde serão para recordar com aqueles que nos são mais queridos. Há muito tempo que eu deixei de acreditar que a vida era como um "mar de rosas".
E há muito tempo que acredito que nada acontece por acaso, e isto é tão claro como os dias que começam com o nascer do sol. Numa quinta-feira do dia 7 de Setembro de 2006, alguém deixou de ver o nascer do sol. Chamava-se Maruska. Era simplesmente uma gatinha de raça siamesa pura de 8 anos.
Mas tal como o ser humano, os animais também têm problemas de saúde, o único problema é que eles não falam para poderem nos dizer aquilo que estão a sentir. A Maruskinha tinha um tumor, que era dos mais malignos. Na operação tiraram-lhe a cadeia toda das maminhas para que as outras células não fossem infectadas, só restando duas. Foram feitos os possíveis e impossíveis para que ela voltasse a ter uma vida normal após a operação. E durante uma certa altura ela viveu uns pequenos momentos como uma gata normal. Mas quando se perde todos os sentidos (visão, paladar, etc.) e uma semana depois começa-se a ter problemas nos rins, que deixam de funcionar. Sobreviver torna-se uma prioridade. Ela recuperou os sentidos um a um, mas não foi o suficiente.
Apesar de todos estes problemas, a Maruskinha lutou pela vida até ao final. E foi por causa dela que hoje em dia eu acredito que "os gatos têm sete vidas". E quando gastou essas sete vidas, já não havia nada a fazer.
A Maruska era uma gata muito especial, só lhe faltava falar, bastava dar-lhe uma festa e ela começava logo a ronronar muito alto. Andava sempre comigo. Lembro-me como se fosse hoje, quando ela dormia todas as noites comigo (ou com a minha mãe) e para que eu a deixasse meter-se debaixo dos lençóis punha-se ao lado da minha almofada a ronronar muito alto e a lamber-me a cara ou a quando eu acordava as 6 da manhã para tomar banho e arranjar-me para ir para a escola, e lá vinha ela atrás de mim, enquanto eu tomava banho ela bebia a água que eu lhe deixava no lavatório e depois ficava sentada à espera que eu terminasse. Depois eu ia tomar o pequeno-almoço e claro, ela também vinha e miava com um olhar ternurento para eu lhe servir o seu pequeno-almoço. Ela adorava as latinhas com pedacinhos de salmão. E lá estava eu a comer no balcão da cozinha com a minha Maruskinha ali ao lado em cima do balcão. Hoje sinto falta disso. Hoje ainda choro, pela falta que ela me faz.
Mas hoje também estou feliz. Porque apesar de já não ser nada como era antes, a Maruskinha continua a acompanhar-me todos os dias de manhã, para onde eu vou ela continua ao meu lado, a olhar por mim. E sabem porquê? Bem, na verdade é muito simples. Quando alguém morre, não importa como ou onde morreram. Simplesmente limitam-se a ficar perto daquilo que mais amaram em vida.
Estarás sempre no meu coração. Estejas onde estiveres.
Para a minha Maruskinha
que será sempre o meu
"Rubim"
 Marisa Nunes

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
Rambo
"Era Domingo, dia 26 de Setembro, saí de manhã e disse à minha esposa onde ia. Quando voltei, ela não estava, tinha saído também, mas sem dizer para onde.
As horas iam passando, ela não voltava, não me telefonava, nada. O silencio matava-me por dentro. O nosso relacionamento não andava bem, eu já não sabia mais o que fazer. Ela parecia viver só e exclusivamente para os animais.
Ai, como às vezes eu odiava estes animais, aqui de casa (trinta gatos e 10 cães, machos e fêmeas).
As horas passavam, o desespero dentro de mim aumentava, o não receber notícias dela estava a matar-me lentamente. Passei em revista os problemas da minha vida e verifiquei que a pressão sobre mim era demais, necessitava de um alívio rápido e eficaz. Surgiu a ideia da morte como a paz suprema e o fim de tudo, uma pausa merecida na estúpida de uma vida sem futuro. Exclamei baixinho para mim próprio: Assim não dá mais. Meti-me no carro com a firme decisão de pôr termo à vida. Era fácil. Sabia exactamente onde tudo iria acabar pois já tinha visto o local antes e sabia que o sítio era perfeito. Rápido e limpo! Era fácil, era só atirar o carro dali abaixo.
A cerca de cinco a sete quilómetros de casa, bem na minha frente uma carrinha trava, foi como se eu acordasse de um pesadelo, travei, também e bem na minha frente, vejo aparecer um cachorro que rebolara por baixo da dita carrinha que seguia na minha frente. Tive que travar a fundo e desviei-me bruscamente e parei o meu carro. A carrinha que atropelara o cachorro seguiu o seu caminho normalmente como se nada tivesse acontecido.
Por segundos fiquei ali parado sem saber o que fazer. Seguir o meu caminho da morte, ou salvar o cachorro?
A minha vida ou morte poderia esperar, sem pensar duas vezes, abri a porta do carro e o cachorro entrou apavorado para dentro do carro. Não sabia o que fazer!
Decidi voltar para casa com o cachorro.
Já em casa reparei tratar-se de um rottweiler bebé, mas não sabia adivinhar a idade. Decidi esperar pela minha esposa, já tinha dez em casa, - se eu pudesse ficar com ele!, mas como lhe dizer, logo eu que era contra ter tantos animais em casa levo mais um e de uma raça que eu adoro.
Decidi esperar que ela chegasse logo veria a reacção dela.
Ele não saía de perto de mim, era como se a sorte dele dependesse de mim.
Quando a minha esposa chegou, a reacção foi a mesma como se visse qualquer outro animal salvo por ela.
Perguntei;
“- Posso ficar com ele?”
Resposta imediata da minha esposa.
“- Mas é claro que sim, se gostas dele, e o salvaste da rua!“
Moral da História: A minha esposa tinha estado todo o dia na Petfil, na Expo, na campanha de adopção de animais, e não me tinha dito nada, porque eu mesmo não queira ir a esses sítios.
Fiquei em casa e no caminho da morte salvo da rua um animal. Nos dias dois e três de Outubro participei na Expo, na campanha de adopção de animais abandonados e adorei a experência.
Hoje, tenho o Rambo, que tem quatro meses e ficará para sempre, na minha memória, que não fui eu que o salvei da rua, mas sim ele, que me salvou da morte!"
 Alberto da Costa
http://www.sosanimal.com/html/body_alberto_costa_-_rambo.html

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
 Oskar
"Num domingo chuvoso de Janeiro, tomei a fantástica decisão de adoptar um cão/cadela. Peguei no casaco e dirigi-me á UZ em Lisboa..
Andei de box em box, para ver qual deles me chamava a atenção..... Todos chamam, claro...
Passado uns momentos, uma das voluntárias, trouxe-me um cão que ainda estava na enfermaria a recuperar dum atropelamento ( quando o abandonaram, deixaram-no num sítio bastante movimentado).
Este cão não tinha uma orelha..... Pois bem, foi paixão á primeira vista!!
Este cão era o meu lindo Oskar, cuja foto está na Galeria.
Entrevista do Oskar á SOS Animais:
 - Oskar, como te sentes, depois destes meses todos com a tua familia nova?
 - Bem.... a dona é chata e o dono também. Têm uma mania de me ensinar coisas, que só visto!!! Assim que chegam a casa, primeiro que olhem para mim, tenho de fazer mil e uma macacadas para eles me verem ( eu cá acho que isto é truque deles, mas pronto, eu também sou um bocado melga, sempre a querer dar-lhes mimos), depois, quando eles jantam, eu estou sempre á espera que caia alguma coisa de cima da mesa, mas nada!!!! São maus para mim.....
 - Maus?? Não, eles so te querem ensinar a ser um cão bem educado e sociavel....
 - Pois..... Eles evem ter razão, mas ao fim destes meses todos eu ainda não consegui agradecer-lhes por me terem adoptado. Tenho medo de os perder.
 - Não perdes nada. Eles adoram-te.
Final da Entrevista.
Nota Final : O Oskar é um cão extremamente inteligente e amigo dos donos. É mesmo o melhor cão do Mundo!"
(Elsa Cândido)

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
 AMOR INCONDICIONAL
"O meu amor a gatos começou há três anos e felizmente estão todos vivos. O NEGRITO (preto) tem 3 anos, a MIMI (tigrada) tem 2 anos e o MALHINHAS (malhado preto e branco)tem cerca de 1 e meio.
Nunca tive animais e aos 50 anos encantei-me com gatos mas a partir daí todos os animais me encantam especialmente.
O NEGRITO nasceu no meu prédio e foi-me oferecido por uma vizinha. Quando tinha cerca de 2 meses adoeceu gravemente que fui incapaz de ir trabalhar de tal forma os seus olhinhos amarelos pediam socorro, sabia que ao chegar a casa não o iria encontar com vida, chorei muito mas o veterinário consegui curá-lo, hoje é o meu melhor companheiro apesar de ser um pouco arisco.
A MIMI é uma gatinha de lindos olhos verdes muito meiga. Trouxe-a de um parque de campismo que frequento, andáva por lá como muitos outros mas foi ela que me escolheu ao pendurar-se nas minhas pernas para brincar. Felizmente que a trouxe porque todos os outros gatos foram mais tarde envenenados.
O MALHINHAS estava refugiado na escada do meu prédio e foi o meu filho mais novo que o recolheu. Nunca vi um gato tão meigo e tão pachorrento como aquele. Quando chegou a minha casa a primeira coisa que fiz foi dar-lhe banho e cortar-lhe as unhas, tudo isto sem a maior dificuldade. Hoje mora com o meu filho noutra casa mas continua a fazer-me festas como se morasse comigo.
Sou uma dona feliz e apaixonada pelos meus gatos só esperando que o dia da separação venha ainda muito longe. Foram a melhor coisa que entrou na minha casa depois dos meus filhos e da minha neta e apesar de alguns estragos não estou nada arrependida de os ter e nunca me zanguei com nenhum deles pois eles são a minha paixão."
Ana Antunes


(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
  Do lado errado da Vida...
"Por vezes tenho um sonho, sonho que este mundo onde vivo é totalmente diferente e que os seres se amam sem preconceitos. Não quero acordar mas a realidade chama-me e quando acordo choro, lágrimas de tristeza por não conseguir viver assim, por não saber o que me espera lá fora.
Sei que não posso mudar mentalidades, a sociedade, o Pais o Mundo. Mas sei também que tenho uma missão, sair para a rua de cabeça erguida e ajudar quem não tem nada, não tem um lar, uma cama, um prato de comida, um carinho. É esta a minha missão e nunca baixarei os braços por nada desta vida. Sei que muitas vezes luto contra a maré e uma corrente infinita, que me puxa para o lado errado da vida. Mas também sei que enquanto tiver força e, do lado de cá tiver pessoas como todos vocês, nunca desistirei e sempre sonharei procurando que cada minuto, cada hora, cada dia seja uma nova conquista.
Por tudo isto obrigada a todos os meus amigos de 4 patas e não só, peludos ou não. Mas com a certeza de estarem do lado certo da vida."
Cristina Oliveira


TORNE A SUA VIDA MELHOR ADOTANDO UM AMIGO DE 4 PATAS!!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

AS DESCULPAS QUE SE DÃO QUANDO NÃO SE AMA NEM RESPEITA OS ANIMAIS OU ABANDONAM OU ABATEM-NOS SEM MOTIVOS CLÍNICOS!!

Há cada vez mais pedidos de abate de cães e gatos sem justificação clínica

Por: Sandra Moutinho, jornalista da agência Lusa
Há cada vez mais donos a pedirem a veterinários para abaterem os seus cães e gatos sem justificação clínica, o que revolta estes profissionais e as zoófilas, para quem, em tempo de crise, é que os amigos (dos animais) se conhecem.
"Sabemos de muitas pessoas que nunca deveriam ter tido um animal e que, à menor dificuldade, se querem livrar dele, nem que seja através da eutanásia, o que é revoltante", disse à agência Lusa a presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA), a propósito do Dia Mundial do Animal, que se assinala amanhã.
"Os pedidos de eutanásia de que vamos tendo conhecimento são cada vez mais. É revoltante e, principalmente, preocupante", disse.
Para Maria do Céu Machado, "não há nada que justifique a morte de um animal sem motivos clínicos" e é isso mesmo que os voluntários tentam transmitir aos donos.
Igual papel desempenham os veterinários, que se vêem a braços com estes "pedidos incompreensíveis". Ana Marques, médica veterinária e directora da Clínica VetBelas, em Belas, disse à Lusa que desde o verão que tem recebido várias solicitações neste sentido, as quais recusa "veementemente".
"O meu papel é salvar vidas e não acabar com elas. Quando me propõem tal coisa, tento explicar - e ajudar - que há solução clínica para o caso do animal ou, se o dono não quer ficar com ele, que pode optar por dá-lo para adoção", referiu.
"Chegam-me os casos mais bizarros. Querem, mesmo por telefone, a garantia de que eu abato o animal, até sem o observar clinicamente. Quando me recuso, não hesitam em dizer que o vão fazer em outro lado", contou.
Para Ana Marques, não é a crise que justifica um acto destes - eticamente reprovável para estes profissionais -, pois "há muitos donos que mal têm dinheiro para comer e, no entanto, são cumpridores e prestam assistência ao seu animal, mesmo que isso represente ficarem sem uma refeição ou um medicamento".
A veterinária conhece bem este tipo de donos que "se quer livrar do animal a qualquer custo": "Eles traem o que sentem e o que são, além de, normalmente, trazerem um animal que já revela sinais de negligência".
Gonçalo da Graça Pereira, médico veterinário e mestre em etologia clínica e bem-estar animal, disse à Lusa que não tem recebido muitos pedidos de eutanásia, mas sente cada vez mais o impacto da crise na bolsa dos donos.
"Trabalho numa associação zoófila que, por praticar preços mais baixos, tem cada vez mais procura. São donos que querem muito ajudar o seu animal", disse.
Este médico veterinário já se recusou a fazer eutanásia, por considerar que essa era apenas uma hipótese e não a última alternativa para o animal em questão.

À Ordem dos Médicos Veterinários não tem chegado informação do aumento de pedidos de eutanásia, como disse à Lusa a bastonária Laurentina Pedrosa. "Do que sabemos, a eutanásia está a acontecer nas situações previstas de método clínico quando não existe outra solução clínica para a saúde do animal", observou.
A bastonária deixa, contudo, um alerta: "A eutanásia deve ser praticada em situações extremas e só quando não houver alternativa clínica".
Laurentina Pedrosa recorda que o papel do veterinário não é apenas clínico, mas deve ajudar a encaminhar o animal para outra solução, sempre que se aperceba de que os donos não estão em condições de lhe assegurar bem-estar.
Todos os anos é comemorado no dia 4 de Outubro o Dia Mundial do Animal, com o objectivo de chamar a atenção para as espécies em extinção, os maus tratos e exploração dos animais, assim como a importância dos animais para a sociedade.
A CRISE É DESCULPA PARA OS VALORES HUMANOS QUE SE PERDERAM:o((( CADA VEZ MAIS TEMOS DE OS INVERTER RAPIDAMENTE!! ´É IMPENSÁVEL QUE SE DESFAÇAM DOS ANIMAIS...COMO SE FOSSEM TRAPOS!
Quando você abandona um cão porque já “não lhe serve”, seus filhos aprendem a lição.
Talvez façam o mesmo quando você envelhecer.
Pense nisso.

ANTES DE ADOTAR UM ANIMAL PENSE SE O PODE OU QUER TER

Cada pessoa deve colocar em cima da mesa, com a sua família, todos os cenários possíveis. Por exemplo as questões financeiras, uma vez que estamos em época de crise. Cães e gatos necessitam de alimentação diária, cuidados veterinários básicos como a vacinação e desparasitação, já não contando problemas de saúde ou acidentes, cujos tratamentos são por norma dispendiosos. É importante avaliar a estabilidade financeira e o impacto no orçamento que um animal pode ter.

Ter um animal não é um direito, mas sim um luxo, que exige disponibilidade financeira, tempo livre, trabalho, preocupações e muita, muita responsabilidade. É um ser vivo que tem direitos constituídos, que tem sentimentos, que se afeiçoa aos seus donos, mas são também seres irracionais, que não compreendem o porquê de serem felizes durante alguns meses e depois serem colocados na rua, sem condições, sozinhos e praticamente condenados. Ninguém deve comprar ou adoptar um animal, caso não tenha condições para ficar com ele e dar-lhe os cuidados básicos, até ao fim da sua longevidade natural. E se pretendes ajudar os animais abandonados mas não tens condições para ficar com eles definitivamente, torna-te voluntário numa associação ou oferece-te como FAT (Família de Acolhimento Temporário).
AS DESCULPAS QUE SE DÃO QUANDO NÃO SE AMA NEM RESPEITA OS ANIMAIS  OU ABANDONAM OU ABATEM-NOS SEM MOTIVOS CLÍNICOS!!

No princípio eram as alergias, pelo meio ficaram as regras do condomínio, agora é por causa do desemprego. Veja como evoluíram as causas para o abandono de animais, uma realidade triste mas que continua a acontecer demasiadas vezes.

As desculpas antigas
- Deixo-o por causa das alergias, foi o médico que disse;
- Cresceu, já não o consigo dominar;
- O dono morreu (geralmente o dono é um familiar: a mãe, o pai, o irmão, a tia, o filho);
- Divorciei-me e não tenho onde o deixar.
Os motivos recentes
- Vivo agora num condomínio fechado e não é permitido animais;
- Ganhei uma casa da câmara e eles dizem que é proibido ter animais (a lei permite ter até três canídeos ou até quatro gatos).
As novas justificações
- Perdi o emprego, não tenho condições para o criar;
- Arranjei um trabalho no estrangeiro;
- Estou sem dinheiro para o sustentar;
- Larguei a casa e vivo agora num quarto.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

OS MEUS 10 DEVERES COMO CIDADÃ PARA COM OS ANIMAIS QUE SE CRUZAM NA MINHA VIDA E PARA COM OS QUE ESTÃO NOS CANIS E GATIS!!


1º - QUANDO SAIU DE CASA E VEJO UM CÃO OU GATO ABANDONADO, DEVO TENTAR PERCEBER SE ESTÁ ABANDONADO, PERDIDO OU SIMPLESMENTE É ANIMAL DA VIZINHANÇA A PASSEAR, SE NÃO POSSO AJUDAR LOGO DEVO DE DEIXAR COM COMIDA (RAÇÃO) E ÁGUA!
2º - DEPOIS DE TER DEIXADO COMIDA AO ANIMAL, DEVO DE PROCURAR UMA SOLUÇÃO. ATÉ LÁ PODEMOS SEMPRE RECOLHER, TEMPORARIAMENTE NA GARAGEM, VARANDA, QUINTAL, ARRECADAÇÃO, WC, NA FAMÍLIA, AMIGOS, VIZINHAS,  ETC!

3º - ENQUANTO O TIVER, DEVO DE VER O SEU ESTADO DE SAÚDE!TRATAR AS FERIDAS E DESINFECTAR COM BETADINE, DESPARASITAR (QUE CUSTA 7EUROS A BISNAGA E DÁ PARA MAIS DE UMA VEZ)! E TRATAR DAS PULGAS!! 

4º - TENHO O DEVER DE  PROCURAR UM LAR DEFINITIVO PARA O ANIMAL, TENTAR RESOLVER NOS CONTACTOS DOS AMIGOS, FAMÍLIA E VIZINHOS, COMO FAMÍLIA DE ACOLHIMENTO!! COLOCAR NA INTERNET NOS SITES DE ANIMAIS PARA TENTAR ENCONTRAR  UM DONO CINCO ESTRELAS E EM ULTIMO RECURSO...OS CANIS E GATIS, PORQUE ESTÃO CHEIOS!

5º - SE ELE TIVER DE FICAR NUM CANIL OU GATIL ( SEM SER DE ABATE) OFERECER-ME PARA APADRINHAR O ANIMAL, AJUDANDO ASSIM NA SUA ALIMENTAÇÃO!! A MAIORIA DAS VEZES NÃO CHEGA A 10EUROS POR MÊS! E NO FUTURO AJUDAR NA SUA ESTERILIZAÇÃO E CASTRAÇÃO SE FOR O CASO!!
6º - TENHO O DEVER DE AJUDAR TAMBÉM AS INSTITUIÇÕES DE ANIMAIS!! ELES SÃO RESPONSABILIDADE DA SOCIEDADE!! DE VEZ EM QUANDO DOAR RAÇÃO DE CÃO E GATO, AREÃO, LATINHAS DE PATÊ  PARA OS BEBÉS OU PARA OS CÃES IDOSOS!! DOAR MANTAS, TAPETES, MEDICAMENTOS, COLEIRAS PARA AS PULGAS, CASINHAS, CAMINHAS, PAPELÃO, ETC, ESTAS COISAS PODEMOS REUNIR COM A AJUDA DE ALGUNS AMIGOS, ENTRE MUITOS CUSTA MENOS E DOAMOS MAIS!! SE LEVARMOS FACTURA AS INSTITUIÇÕES PASSAM RECIBO PARA O IRS!!:o)
7º - TENHO O DEVER DE AJUDAR AS INSTITUIÇÕES, FAZENDO-ME SÓCIA ( 25EUROS ANO) NÃO CUSTA NADA AJUDA E TEMOS OS PREÇOS DE VETERINÁRIO MAIS BARATO PARA OS NOSSOS ANIMAIS!! TAMBÉM PODEMOS SER VOLUNTÁRIOS DE UMA INSTITUIÇÃO OU APADRINHAR UM ANIMAL!!
8º - TENHO O DEVER DE MANTER A ZONA ONDE MORO LIMPA, APANHAR OS DEJECTOS DOS NOSSOS ANIMAIS, PARA BEM DA SAÚDE PUBLICA!! NÃO DEITARMOS , BEATAS, LATAS, SACOS, CORDÉIS,  PASTILHAS ELÁSTICAS, ETC, PARA O CHÃO POIS AS AVES E OUTROS ANIMAIS MORREM DEVIDO A ESTE LIXO!
9º - DEVER DE DENUNCIAR MAUS TRATOS A ANIMAIS!! LIGAR PARA A PSP, GNR!
Faça a sua denuncia no portal da SEPNA
10º . TENHO O DEVER DE AMAR E RESPEITAR TODOS OS ANIMAIS, COMO SE FOSSEM OS MEUS!! http://amoremiados.blogspot.com/2011/02/ser-protetor-nao-e-profissao.html
Quando um animal abandonado aparece para você ajudá-lo, alguma lição você tem para aprender. Se você for capaz de virar o rosto e seguir adiante, esta lição foi deixada para trás e lhe fará muita falta." Mauro Arruda

"Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, na mesma proporção que os anjos estão para nos auxiliar. Por isso, quem chuta ou maltrata um animal é alguém que ainda não aprendeu a amar." ( Chico Xavier)