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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O QUE OS GATOS FAZEM POR NÓS.....PREENCHEM A NOSSA VIDA!!


Aquecem o nosso colo e nos fazem companhia.
Ajudam a baixar a pressão, dão-nos paz e tranquilidade
Criam um elo entre você e as outras pessoas que têm gatos.

Transformam objetos comuns em brinquedos.

Nos fazem ficar mais atentos aos pássaros.
Funcionam como alarme, avisam dos perigos.
Exibem suas  acrobacias e fazem-nos sorrir.


Enfeitam o peitoril da janela.

Mantém os ratos longe. ( alguns são amigos:O))


Nos fazem sorrir.
Inspiram os poetas e escritores.
Nos ensinam a ter os pés no chão.

Nos fazem deixar nossos desejos em segundo plano em prol de alguém.

Aquecem nossas casas e nossos corações.
Nos lembram de como a vida é misteriosa.

Compartilham connosco o seu ronronar.

Nos instruem na arte de se espreguiçar.


Mostram-nos como levantar a poeira e dar a volta por cima.


Fazem com que até nosso sofá velho pareça bonito.

Ensinam-nos o que é amor incondicional.

São uma força de paixão pela casa.
 
Ensinam-nos a amar e respeitar a natureza e os animais.
São os primeiros a cumprimentar-nos quando chegamos a casa.

Contribuem para tornar sua vida mais longa.


ADOTE UM GATO E TENHA UMA VIDA PREENCHIDA DE AMOR, PAZ, CARINHO, COMPANHIA E UM GRANDE AMIGO!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Para quem, nos felinos, aprecia, a beleza, o carisma, o fino trato, um simples gato pode ser poesia.."Bartolomeu Correia de Melo"


      Afinal o que sou? Se não sei o que sinto. Quantas vezes já amei? Ou então fantasiei Amores são infinitos. Sou GATA DE RUA... Sem amo sem dono Sem gato e sem cama. Sem laço de fita Que faça sentir Aflição no pescoço. Sou GATA DE RUA... Só sei amar a Lua. Sei enlear-me no macho, Ser apertada no abraço Comer, beber e sumir. Sou GATA DE RUA... Sem dono e sem laço.                                        Yedda Gaspar Borges

Nos olhos de meu gato
Há imagens que esperam...Há sonhos que não desvendo,
Amores que não entendo,
Encantos tantos,
Quantos!
Nos olhos de meu gato
Tem mistério que não tem fim,
Tem solidão,
Agonia, poesia,
Tristeza enfim...
Nos olhos de meu gato
O sonho se separa,
A fantasia grita,
A vida se agita,
O mundo pára...
Nos olhos de meu gato
Eu vi...
Só eu vi...
Nos olhos de meu gato...
                                           Cida Sousa
O Gato, em si, o gato é
no espaço em que se vê
o gato que habita o gato
emoldurado pelos olhos
que decifram a forma gato
no gato objeto do poema;
o gato humano no beiral
da cama onde o gato é.Ser gato é forma definida
ao gato, então perplexo, que, reflexos
de outros gatos, demonstra gatos
ao entendimento curioso
do gato ser.
Somos gatos ao gato é
assim como o gato não sabe
que é gato e por não ser gato
ao espaço dos meus olhos
que os vê no gato do poema
é concepção de forma
sem estrutura humana
ao beiral da cama
onde o gato é.
                                            Flávio Rubens

Gato ao crepúsculo Poeminha de louvor ao pior inimigo do cão
Gato manso, branco,
Vadia pela casa,

Sensual, silencioso, sem função.

Gato raro, amarelado,
Feroz se o irritam,

Suficiente na caça à alimentação.

Gato preto, pressago,
Surgindo inesperado

Das esquinas da superstição.

Cai o sol sobre o mar.
E nas sombras de mais uma noite,
Enquanto no céu os aviões

Acendem experimentalmente suas luzes verde-vermelho-verde,

Terminam as diferenças raciais.

Da janela da tarde olho os banhistas tardos
Enquanto, junto ao muro do quintal,

Os gatos todos vão ficando pardos.

Millôr Fernandes


(felinos na noite)
pelos móveis  pelo chão

ronronando

felina satisfação

contaminando

o ambiente com carinho

pêlos e sofisticação
de raça ou de rua
seres da madrugada

sinistros ou fofinhos

longilíneos ou pequeninos

gatos

passeando

pela casa

madrugando

em meu colo.

Li Christiane



Gente complicada é um saco de gatos!
Mas o maior saco é ser gato!

Principalmente sem raça.

Dizem que gato dá azar,

mas o grande azar é ser gato!

 De dia a "gente" se esconde
da paulada, da pedrada, do atropelamento,

do "pega pra capá",

do balde d'água, da vassoura

e até de um outro gato

que corre pro nosso lado

fugindo das mesmas coisas!

À noite , como diz o provérbio,

"Todos os gatos são pardos".

Então, a "gente" se arrisca

e põe a cara pra fora:

às vezes viramos presunto

quando não viramos churrasco!

De fato nós temos um jeito

até muito humano de ser.

E que culpa temos disso?

Malícia, desconfiança,

muita personalidade,

atração pelo conforto,

preguiça, instabilidade de humor,

muito afeto reprimido pelo medo

e muita vontade de sermos amados.

Se eu fosse gente,

eu adotaria um gato.

E como gato,

eu adoraria "adotar" alguém!

Mas, infelizmente,

muitos pensam

que gato é um saco.

MAS SACO MESMO É SER GATO !!

Silvia Schmidt



O lamento do gato no telhado liberta o tenebroso.
É o tempo das bruxas, de gatos e mau agouro.

O sofrimento do gato é carregado de paixão e dor.

Por que tanto chora o gato ?

Logo ele, que possui sete vidas

para tentar a felicidade.

O gato lamenta e sofre,

 o cão late
e os ratos roem as portas das casas.

Custo a compreender o drama do gato,

mas sofro com ele a agonia dos desesperados.

Me uno a seu lado sombrio

e, à sua semelhança,

solto gritos de lamento

na janela do apartamento.

O gato não demora e morre envenenado.

O cão pára de latir

e os ratos fazem a festa

nas prateleiras dos supermercados.

Eu, tal qual o gato, continuo gritando pela vida

um grito suicida,

apaixonado, apaixonado, apaixonado.

Ricardo França

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O SON DE CARINHO E GRATIDÃO DE UM GATO É MÚSICA PARA O MEU CORAÇÃO!!






( Adriana Calcanhoto )

O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ronron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.

Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença - é carinho.
 
Ferreira Gullar

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

APRENDA COMO COMUNICA O SEU GATO!!




1 Balançar a cauda: Ao fazer isso, um gato não está demonstrando alegria. Muito pelo contrário. Significa que está incomodado com alguma coisa ou pronto para o ataque.



2 Massajar: O gato pressiona superfícies e movimenta as patas. Em geral, demonstra satisfação e contentamento. Filhotes fazem isso enquanto mamam.

3 Rolar: Indica tanto que o gato não tem a intenção de atacar quanto que está submisso, embora a submissão felina indique mais afeição que obediência.


4 Esfregar-se: Expressa afeição e demarcação de território. O contacto quase directo com a pele faz com que o cheiro do bichano fique impregnado onde quer que ele se esfregue.


5 Movimentar orelhas: A posição dos órgãos indica a vontade de participar das situações. Altas e viradas na direcção do que está acontecendo, indicam interesse. Baixas e viradas para o lado oposto do movimento ou som demonstram indiferença.


6 Miar: Há dezenas de miados. Variam de acordo com a situação e a intenção. Os mais longos e crescentes costumam indicar felicidade, os mais agudos e estridentes podem ser sinal de uma briga com outro gato


7 Ronronar: Quando afagados, os gatos ronronam para demonstrar deleite e reciprocidade.


8 Morder: Serve para demonstrar afecto, agredir ou brincar. A que indica afecto costuma ser a mais delicada e ocorre enquanto o gato recebe carinho ou sente prazer com a companhia.


Orelhas: As orelhas dos gatos são instrumentos de audição e de equilíbrio. Enquanto humanos possuem seis músculos auriculares, os gatos têm 30, o que permite que movam as orelhas de forma independente. Isso facilita a identificação das fontes sonoras.

Órgão de Jacobson: Como outros mamíferos e a maioria dos anfíbios, os gatos possuem órgão vomeronasal, ou de Jacobson. Ele auxilia na percepção de odores e feromônios. Como o órgão fica no céu da boca, o gato contrai nariz e lábios para aspirar com mais intensidade.

Olhos: Adeptos de hábitos nocturnos, os felinos possuem visão privilegiada. Não enxergam em escuridão total, mas vêem perfeitamente em ambientes com até um sexto da luz necessária para a visão humana. Isso se deve a uma membrana localizada atrás da retina. Ela age como um espelho e aumenta a reflexão da luz dentro do olho, ampliando a capacidade de visão.



Cauda: Cerca de 10% dos ossos dos gatos estão nela. Observa-se em alguns felinos, como o guepardo, que a posição da cauda favorece movimentos durante as caçadas. Tanto para ganhar velocidade (quando alinhada ao corpo, diminuindo a resistência do ar), quanto no equilíbrio (esticada para o lado oposto ao de uma curva), a cauda favorece a manutenção do equilíbrio sem perda de velocidade.



Nariz: Enquanto humanos têm cerca de cinco milhões de células receptoras, os gatos contam com 19 milhões. Associado à visão e à audição, o olfacto é uma importante arma para identificar presas e inimigos a distâncias consideráveis.


Boca: Carnívoros, os gatos possuem dentes desenvolvidos para matar e comer as presas. Os caninos são bem maiores que os demais, e os molares são pontiagudos, para destroçar a carne em pedaços fáceis de engolir. Na fase adulta, o gato possui 30 dentes permanentes. A língua é bem mais áspera e menos húmida que a de um cão. Essa característica ajuda a desprender com mais facilidade a carne dos ossos das presas.


Bigodes: Gatos possuem alguns pêlos diferenciados, mais longos e espessos, chamados de vibrissae ou pêlos tácteis. Esses "bigodes" estão localizados na face, nas sobrancelhas e atrás das patas dianteiras. São compostos por material inerte e não contêm nervos, mas possuem células receptoras associadas a eles. São diferenciados dos outros pêlos do animal principalmente por possuírem cápsulas sanguíneas ligadas aos folículos, próximos à base de nascimento. Por serem extremamente sensíveis, esses pêlos auxiliam tanto na identificação de alguma presa quanto na percepção de espaço e direcção.

Unhas: Para eles, a principal utilidade das unhas é a defesa. Além de utiliza-las para um ataque ou caçada, os felinos desenvolveram, ao longo da evolução, a capacidade de retraí-las. Essa característica evita que se desgastem com o caminhar e ajuda a mantê-las sempre afiadas.

 http://www.animaisderua.org/