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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Gatos enamorados pelas donas!


 Receber uma “cabeçadinha” de um gato é um privilégio muito especial. Durante essa troca, seu gato deposita feromônios que representam sentimentos de confiança e segurança que eles têm em nós.

Gatos ronronam por muitas razões, mas há um ronrom mais encorpado que eles guardam exclusivamente para seus amores verdadeiros. Ronronar também diminui o batimento cardíaco do seu gato e o ajuda a relaxar e mostrar sentimentos de contentamento.

 Os gatos adoram mordiscar, eles estão querendo dizer “Adoro-te dona”.


Dá para saber muita coisa observando o rabo de um gato. Assim como a cauda fica eriçada quando eles estão assustados ou agitados, ela vai se movimentar bem na ponta quando eles estiverem felizes. Se você notar isso quando o seu gato chega perto ele está a dizer que a adora!

 Quando o seu gatinho mover suas patas para cima e para baixo em si, lembre-se de que eles não estão só querendo te deixar confortável para uma soneca, mas estão expressando sua adoração por si.

Dizem que os gatos beijam com os olhos, então não espere compartilhar esse sinal de afeição com qualquer gato. Os gatos guardam o contato com os olhos apenas para quem conhecem e confiam. Se esse contato é acompanhado de um piscar de olhos bem devagarinho, você acaba de ganhar um beijinho de gato. Retorne o amor fazendo o mesmo.

Não é comum os humanos serem dignos dessas seções especiais de higiene, mas se seu gato escolheu lamber seus cabelos ou orelhas, fique certo que você está incluído no seu círculo. Esse é um dos sinais mais óbvios de amizade e confiança que você pode ter com seu amigo peludo.

Não há como negar que uma coisinha morta não esteja no topo das suas preferências, mas um gatinho que te presenteia com algo assim merece ser reverenciado. Apesar da domesticação, gatos ainda têm instinto de caça e quando oferecem quer dizer é um sinal de amizade verdadeira.


De mimados a mal humorados, nossos amigos felinos não são fáceis de deduzir. Diferente dos cães que mostram claramente sua afeição por nós, gatos têm maneiras menos óbvias de comunicar o que sentem.

Os gatos escolhem locais quentinhos e seguros pra dormir então se o seu gatolas decide dormir ao seu lado, ou, ainda melhor, no seu colo, você deve se sentir especialmente honrado. Os gatos são bastante vulneráveis quando estão dormindo e não há maior cumplicidade do que quando eles te escolhem como seu local de soninho.

Quando seu gato se joga no chão e começa a se rolar para lá e para cá ele está querendo atenção. Os gatos só mostram suas barriguinhas  a quem eles confiam. Sentir-se seguro significa muito para um gato, e quando eles se esparramam na sua frente, quer dizer que eles estão se sentindo amados e protegidos.

Se você é um afortunado de dividir a vida com um gato, vai entender que eles estão conscientemente conectados conosco. Fazendo a higiene ronronando  os gatos são amáveis e afetuosos e formam laços muito especiais com seus humanos preferidos.
http://thesecret.tv.br/2015/01/10-sinais-de-que-o-seu-gatinho-e-apaixonado-por-voce/

sexta-feira, 2 de março de 2012

"Se todos fizessem um pouco...o mundo era um lugar prazeroso para eles viverem!"



 Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.


 Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.




Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

 Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.
 

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.


Se as Camaras Municipais  realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

 Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos canis e gatis.


Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.
 

Se não houvesse animais vadiando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.
 
 Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

 Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.
 
 Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.


Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.


 Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

 Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.


Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.


Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.
 
 Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

 Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

 Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos  e mortes seria atenuada.
Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.

Autora: Maria Augusta Toledo

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

FILHOS DE UM DEUS MENOR!! ADOTAR E AMAR ANIMAIS COM DEFICIÊNCIA É UMA ATITUDE DE MUITA COMPAIXÃO E OS ANIMAIS ADOTADOS SÃO MUITO ESPECIAIS E DEDICADOS!!

Animais que apresentam problemas de saúde se mostram muito mais afetuosos e fiéis aos seus donos. É como se fossem muito mais gratos por saberem que existem pessoas que aceitam as condições “físicas” em que eles se encontram e que estão dispostos a trocarem muitos carinhos.foto thedingleberry.wordpress.com
Se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Mais difícil ainda é essa adoção se concretizar quando se trata de animais com algum tipo de deficiência física. Sem falar no número de abandono que nesta situação é ainda maior.
 
O ciro é de uma amiga a Dália http://survivorecompanhia.blogspot.com/2009/08/survivor-companhia-tristeza-da-princesa_05.htmle ele é o gato mais activo e meigo da casa!!


Muitas vezes a deficiência é decorrente de situação de maus-tratos a que foram vítimas, seja por negligência ou atos cruéis de seus donos ou de terceiros. Atropelados, chutados ou espancados, a mutilação de órgãos e membros é a sequela mais comum entre eles.
Por outro lado, apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida.
 http://euqueru.net/gatinho-cego-e-seus-primeiros-brinquedos/Ainda assim, a cultura de que um animal não é descartável é bem mais comum do que se imagina e a eutanásia passa a ser solução para as pessoas que não podem ou não querem mais cuidar de um animal com deficiência.
Entretanto, é preciso entender que a eutanásia é uma decisão complicada que deve ser tomada pelo dono em conjunto com o veterinário e só deve ser cogitada quando se tratar da melhor saída para o animal – em caso de dores e sofrimento excessivo e não apenas porque é mais cómodo para o dono.
Com os sentidos e instintos muito mais aguçados que os nossos, os animais nessas condições, na maioria das vezes, se adaptam facilmente, convivem bem com as suas deficiências e conseguem levar uma vida normal. Entretanto, em alguns casos, há sim limitações, a necessidade de cuidados especiais e de atenção constante.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.
Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida.
http://www.tudogato.com/ Gatinha adotada com deficiência num olhinho!!:O)


O gato Bóris ficou paraplégico por causa de maus-tratos; já a vira-lata Sissy teve a tetraplegia dignosticada após ser atropelada! foram adotados:O)http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/09/ong-ajuda-animal-deficiente-achar-novo-lar-em-sp.html

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

AS DESCULPAS QUE SE DÃO QUANDO NÃO SE AMA NEM RESPEITA OS ANIMAIS OU ABANDONAM OU ABATEM-NOS SEM MOTIVOS CLÍNICOS!!

Há cada vez mais pedidos de abate de cães e gatos sem justificação clínica

Por: Sandra Moutinho, jornalista da agência Lusa
Há cada vez mais donos a pedirem a veterinários para abaterem os seus cães e gatos sem justificação clínica, o que revolta estes profissionais e as zoófilas, para quem, em tempo de crise, é que os amigos (dos animais) se conhecem.
"Sabemos de muitas pessoas que nunca deveriam ter tido um animal e que, à menor dificuldade, se querem livrar dele, nem que seja através da eutanásia, o que é revoltante", disse à agência Lusa a presidente da Liga Portuguesa dos Direitos do Animal (LPDA), a propósito do Dia Mundial do Animal, que se assinala amanhã.
"Os pedidos de eutanásia de que vamos tendo conhecimento são cada vez mais. É revoltante e, principalmente, preocupante", disse.
Para Maria do Céu Machado, "não há nada que justifique a morte de um animal sem motivos clínicos" e é isso mesmo que os voluntários tentam transmitir aos donos.
Igual papel desempenham os veterinários, que se vêem a braços com estes "pedidos incompreensíveis". Ana Marques, médica veterinária e directora da Clínica VetBelas, em Belas, disse à Lusa que desde o verão que tem recebido várias solicitações neste sentido, as quais recusa "veementemente".
"O meu papel é salvar vidas e não acabar com elas. Quando me propõem tal coisa, tento explicar - e ajudar - que há solução clínica para o caso do animal ou, se o dono não quer ficar com ele, que pode optar por dá-lo para adoção", referiu.
"Chegam-me os casos mais bizarros. Querem, mesmo por telefone, a garantia de que eu abato o animal, até sem o observar clinicamente. Quando me recuso, não hesitam em dizer que o vão fazer em outro lado", contou.
Para Ana Marques, não é a crise que justifica um acto destes - eticamente reprovável para estes profissionais -, pois "há muitos donos que mal têm dinheiro para comer e, no entanto, são cumpridores e prestam assistência ao seu animal, mesmo que isso represente ficarem sem uma refeição ou um medicamento".
A veterinária conhece bem este tipo de donos que "se quer livrar do animal a qualquer custo": "Eles traem o que sentem e o que são, além de, normalmente, trazerem um animal que já revela sinais de negligência".
Gonçalo da Graça Pereira, médico veterinário e mestre em etologia clínica e bem-estar animal, disse à Lusa que não tem recebido muitos pedidos de eutanásia, mas sente cada vez mais o impacto da crise na bolsa dos donos.
"Trabalho numa associação zoófila que, por praticar preços mais baixos, tem cada vez mais procura. São donos que querem muito ajudar o seu animal", disse.
Este médico veterinário já se recusou a fazer eutanásia, por considerar que essa era apenas uma hipótese e não a última alternativa para o animal em questão.

À Ordem dos Médicos Veterinários não tem chegado informação do aumento de pedidos de eutanásia, como disse à Lusa a bastonária Laurentina Pedrosa. "Do que sabemos, a eutanásia está a acontecer nas situações previstas de método clínico quando não existe outra solução clínica para a saúde do animal", observou.
A bastonária deixa, contudo, um alerta: "A eutanásia deve ser praticada em situações extremas e só quando não houver alternativa clínica".
Laurentina Pedrosa recorda que o papel do veterinário não é apenas clínico, mas deve ajudar a encaminhar o animal para outra solução, sempre que se aperceba de que os donos não estão em condições de lhe assegurar bem-estar.
Todos os anos é comemorado no dia 4 de Outubro o Dia Mundial do Animal, com o objectivo de chamar a atenção para as espécies em extinção, os maus tratos e exploração dos animais, assim como a importância dos animais para a sociedade.
A CRISE É DESCULPA PARA OS VALORES HUMANOS QUE SE PERDERAM:o((( CADA VEZ MAIS TEMOS DE OS INVERTER RAPIDAMENTE!! ´É IMPENSÁVEL QUE SE DESFAÇAM DOS ANIMAIS...COMO SE FOSSEM TRAPOS!
Quando você abandona um cão porque já “não lhe serve”, seus filhos aprendem a lição.
Talvez façam o mesmo quando você envelhecer.
Pense nisso.

ANTES DE ADOTAR UM ANIMAL PENSE SE O PODE OU QUER TER

Cada pessoa deve colocar em cima da mesa, com a sua família, todos os cenários possíveis. Por exemplo as questões financeiras, uma vez que estamos em época de crise. Cães e gatos necessitam de alimentação diária, cuidados veterinários básicos como a vacinação e desparasitação, já não contando problemas de saúde ou acidentes, cujos tratamentos são por norma dispendiosos. É importante avaliar a estabilidade financeira e o impacto no orçamento que um animal pode ter.

Ter um animal não é um direito, mas sim um luxo, que exige disponibilidade financeira, tempo livre, trabalho, preocupações e muita, muita responsabilidade. É um ser vivo que tem direitos constituídos, que tem sentimentos, que se afeiçoa aos seus donos, mas são também seres irracionais, que não compreendem o porquê de serem felizes durante alguns meses e depois serem colocados na rua, sem condições, sozinhos e praticamente condenados. Ninguém deve comprar ou adoptar um animal, caso não tenha condições para ficar com ele e dar-lhe os cuidados básicos, até ao fim da sua longevidade natural. E se pretendes ajudar os animais abandonados mas não tens condições para ficar com eles definitivamente, torna-te voluntário numa associação ou oferece-te como FAT (Família de Acolhimento Temporário).
AS DESCULPAS QUE SE DÃO QUANDO NÃO SE AMA NEM RESPEITA OS ANIMAIS  OU ABANDONAM OU ABATEM-NOS SEM MOTIVOS CLÍNICOS!!

No princípio eram as alergias, pelo meio ficaram as regras do condomínio, agora é por causa do desemprego. Veja como evoluíram as causas para o abandono de animais, uma realidade triste mas que continua a acontecer demasiadas vezes.

As desculpas antigas
- Deixo-o por causa das alergias, foi o médico que disse;
- Cresceu, já não o consigo dominar;
- O dono morreu (geralmente o dono é um familiar: a mãe, o pai, o irmão, a tia, o filho);
- Divorciei-me e não tenho onde o deixar.
Os motivos recentes
- Vivo agora num condomínio fechado e não é permitido animais;
- Ganhei uma casa da câmara e eles dizem que é proibido ter animais (a lei permite ter até três canídeos ou até quatro gatos).
As novas justificações
- Perdi o emprego, não tenho condições para o criar;
- Arranjei um trabalho no estrangeiro;
- Estou sem dinheiro para o sustentar;
- Larguei a casa e vivo agora num quarto.