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sexta-feira, 2 de março de 2012

"Se todos fizessem um pouco...o mundo era um lugar prazeroso para eles viverem!"



 Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.


 Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.




Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

 Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.
 

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.


Se as Camaras Municipais  realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

 Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos canis e gatis.


Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.
 

Se não houvesse animais vadiando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.
 
 Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

 Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.
 
 Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.


Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.


 Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

 Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.


Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.


Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.
 
 Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

 Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

 Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos  e mortes seria atenuada.
Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.

Autora: Maria Augusta Toledo

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nunca deixe alguém fazê-lo sentir que lhe está a fazer um favor ao adotar o animal.

O que fazer se eu encontrar um animal nas ruas?

 Quase todos os abrigos de associações estão sobrelotados e não têm condições para acolher mais animais com o mínimo de conforto e segurança. Por isso, o ideal será a pessoa que o encontrou acolher o animal temporariamente, e procurar uma família que o queira adotar. 

O primeiro passo será tirar boas fotografias ao animal. O “mercado” de adoção de animais está saturado, por isso a qualidade das fotografias é essencial para o sucesso da adoção. Devem ser tiradas várias fotografias, de vários ângulos, incluindo focinho e corpo inteiro, e em que seja perceptível a meiguice do animal: ao colo, a receber festas, etc. As melhores fotografias são tiradas ao mesmo nível do animal, e não de cima.
Com as fotografias que tirou, coloque anúncios nos vários sites e fóruns de adoção de animais:

Também pode colocá-las num blog pessoal, se o tiver, e ainda imprimir alguns panfletos para afixar em locais públicos ou semi-públicos (sempre com permissão) como lojas de animais, clínicas veterinárias, ginásios, lojas e outros estabelecimentos comerciais, etc

Prepare-se também para fazer muitas perguntas. Faça uma lista, para não esquecer nenhuma. Eis algumas das perguntas que deverá fazer sempre:
 
 1. O animal é para si ou é para ser oferecido? Se for para ser oferecido não se esqueça de falar com a pessoa que vai recebê-lo, um animal nunca pode ser um presente surpresa!

2. Já tem algum gato/cão? Qual o seu estado de saúde: FIV (vírus da imunodeficiência felina) e FELV (vírus da leucemia felina) negativos, idade, se está esterilizado, personalidade (acima de tudo sociabilidade com outros animais), tipo de alimentação etc.

3. Já teve algum animal no passado? O que lhe aconteceu? (Não deve aceitar uma resposta como “Morreu de velhice”, procure fazer perguntas mais específicas)

4. Os gatos e cachorros vão, na maioria das vezes, causar alguns estragos durante o período de adaptação ao novo lar. O que faria se o seu gato arranhasse a mobília ou se o cachorro roesse as pernas da mesa?

5. Vive com alguém? Tem crianças em casa? Alguém em sua casa é alérgico a gatos/cães? Se vive com alguém deve ter a certeza que essa pessoa não fica incomodada com a presença do animal.

6. Há persianas em todas as janelas e proteções no terraço, varanda, jardim…? (A resposta deve ser Sim.) O animal tem acesso as escadas de incêndio ou jardim não vedado/com vedações baixas por onde consiga fugir? (A resposta deve ser Não)

7. Um animal de estimação é um compromisso para a vida. Um gato ou um cão podem viver até 20 anos! Está preparado para cuidar dele enquanto viver? E se a sua situação atual se modificar? (Um casamento, um bebê, um namorado/a, uma mudança de casa, etc.)

8. O animal irá ter a possibilidade de vir à rua? Sob que circunstâncias? Com ou sem supervisão?

9. Está empregado? Com que estabilidade? Está desempregado? Por quanto tempo crê que se manterá a sua situação?

10. Alguns dados pessoais e profissionais (Por exemplo: a idade ajuda a compreender o nível de compromisso que a pessoa poderá ter; o emprego relaciona-se com o tempo livre que a pessoa terá para o animal).

Se as respostas a estas perguntas forem satisfatórias, o potencial adotante pode passar ao passo seguinte: vir conhecer o animal. Se a visita correr bem será pedido o pagamento de uma taxa, correspondente, por exemplo, ao pagamento da vacina e microchip. Se a pessoa recusar a adoção por não querer pagar este valor, é um bom indicativo de que se trata de um mau adotante. Os bons adotantes ficarão felizes por receber um animal já vacinado e chipado. Quem não puder suportar o valor da taxa, não terá também meios de levar o animal ao veterinário caso este adoeça.

 Segue-se uma visita sua à casa do potencial adotante.
A visita a casa da pessoa permite-lhe avaliar as condições em que o animal vai viver. Um bom adotante irá compreender o motivo pelo qual faz todas estas perguntas e segue este procedimento. Se encontrar alguém que não compreenda e se sinta incomodado com a sua meticulosidade então essa pessoa não será um bom potencial adotante.

Nunca deixe alguém fazê-lo sentir que lhe está a fazer um favor ao adotar o animal.