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sábado, 15 de outubro de 2016

Estamos na era da reciclagem e imaginação não falta :)


Reciclar uma mala velha e fazer um ninho quentinho para o seu amiguinho <3 td="">

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

FILHOS DE UM DEUS MENOR!! ADOTAR E AMAR ANIMAIS COM DEFICIÊNCIA É UMA ATITUDE DE MUITA COMPAIXÃO E OS ANIMAIS ADOTADOS SÃO MUITO ESPECIAIS E DEDICADOS!!

Animais que apresentam problemas de saúde se mostram muito mais afetuosos e fiéis aos seus donos. É como se fossem muito mais gratos por saberem que existem pessoas que aceitam as condições “físicas” em que eles se encontram e que estão dispostos a trocarem muitos carinhos.foto thedingleberry.wordpress.com
Se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Mais difícil ainda é essa adoção se concretizar quando se trata de animais com algum tipo de deficiência física. Sem falar no número de abandono que nesta situação é ainda maior.
 
O ciro é de uma amiga a Dália http://survivorecompanhia.blogspot.com/2009/08/survivor-companhia-tristeza-da-princesa_05.htmle ele é o gato mais activo e meigo da casa!!


Muitas vezes a deficiência é decorrente de situação de maus-tratos a que foram vítimas, seja por negligência ou atos cruéis de seus donos ou de terceiros. Atropelados, chutados ou espancados, a mutilação de órgãos e membros é a sequela mais comum entre eles.
Por outro lado, apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida.
 http://euqueru.net/gatinho-cego-e-seus-primeiros-brinquedos/Ainda assim, a cultura de que um animal não é descartável é bem mais comum do que se imagina e a eutanásia passa a ser solução para as pessoas que não podem ou não querem mais cuidar de um animal com deficiência.
Entretanto, é preciso entender que a eutanásia é uma decisão complicada que deve ser tomada pelo dono em conjunto com o veterinário e só deve ser cogitada quando se tratar da melhor saída para o animal – em caso de dores e sofrimento excessivo e não apenas porque é mais cómodo para o dono.
Com os sentidos e instintos muito mais aguçados que os nossos, os animais nessas condições, na maioria das vezes, se adaptam facilmente, convivem bem com as suas deficiências e conseguem levar uma vida normal. Entretanto, em alguns casos, há sim limitações, a necessidade de cuidados especiais e de atenção constante.

O problema é que, infelizmente, se para os bichinhos sem raça definida já é difícil encontrar um novo lar, imagine para os idosos, por exemplo. Ainda na lista de animais preteridos está também um grupo muito especial: os deficientes físicos. Dentre eles, o número de abandono é ainda maior.
Apesar da triste realidade, pelo menos, a crença antiga de que animais nesta condição precisam ser sacrificados tem se tornado cada vez menos difundida.
http://www.tudogato.com/ Gatinha adotada com deficiência num olhinho!!:O)


O gato Bóris ficou paraplégico por causa de maus-tratos; já a vira-lata Sissy teve a tetraplegia dignosticada após ser atropelada! foram adotados:O)http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/09/ong-ajuda-animal-deficiente-achar-novo-lar-em-sp.html

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ter um animal faz bem à saúde! esqueça os medicamentos, adote um patolas ou gatolas:O)

 Ter um animal faz bem à saúde!
A convivência com um amigo de quatro patas acalma, facilita a interação, dá confiança e, o melhor, ajuda a superar com sucesso vários problemas de saúde.
Apenas 15 minutos de convivência com um animal melhoram muitos problemas de saúde, segundo a organização internacional Delta Society. Dentre as pesquisas já realizadas sobre o assunto, a instituição ressalta as seguintes:


 A presença de cachorros em hospitais diminui a pressão sanguínea, controla a ansiedade de cardíacos e ajuda a melhorar as funções do coração e do pulmão em pacientes internados.
Pacientes com doença de Alzheimer têm menos problemas de comportamento e se alimentam melhor em ambientes com aquário.

Idosos que possuem um animal de estimação em casa visitam o médico com menos frequência.
Taxas de colesterol, triplicardes e pressão arterial são baixas em pessoas que têm bicho em casa.
Crianças conseguem passar por uma situação difícil na família, como doenças ou perdas, e ter mais auto-estima se têm a companhia de animais. 

  Um cão na sala de espera de consultórios reduz o stress das crianças.
A fisioterapia é mais eficaz quando o profissional tem como assistente um cachorro.

Em adultos saudáveis, os bichos propiciam a diminuição do stress diário e da solidão.
Menos depressão e stress foram constatados em portadores do vírus HIV que vivem com animais, além de aumentar a vontade de superar a doença.

Por todos os benefícios que um cão ou gato adiciona na vida do homem, cada vez mais tem sido utilizado o método chamado cão terapia.
Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios.

 Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores e menos solitárias, diminuindo taxas de depressão e auxiliando na recuperação de doentes e na reabilitação de detentos. 
Passear com seu cão também faz muito bem para a saúde. Se você é do tipo que sempre pensa em começar uma rotina saudável de corridas, aeróbica e musculação na academia, mas acaba deixando para depois, saiba que há um jeito mais estimulante, divertido e até mais eficaz de fazer exercício: 
 Levar o cachorro para passear. Pelo menos é o que sugere um estudo feito na Grã Bretanha com 5 mil pessoas, dentre elas 3 mil donos de cachorros, publicado no site jornalístico Telegraph.
A conclusão é baseada no tempo gasto para cada atividade. Levando-se em conta que os passeios caninos são feitos duas vezes ao dia, com média de 24 minutos de duração, mais três passeios mais longos por semana, num total de 2h e 33min, pode-se dizer que quem acompanha os cães durante as caminhadas faz em torno de 8 horas de exercício por semana.
Por outro lado, os outros entrevistados gastam apenas 1h e 20min por semana com exercícios em academia ou ao ar livre – sendo que 47% dos que não possuem cachorros admitiram não fazer qualquer tipo de exercício.
De acordo com o Telegraph, a diferença não é só o tempo gasto, mas também no prazer que a atividade gera. Apenas 22% dos que têm cachorro sentem que as caminhadas são uma obrigação e não um lazer, enquanto 70% dos que fazem academia consideram essa rotina uma tarefa.
Isso se reflete no comprometimento de cada um: mesmo com o tempo apertado, 60% dos donos de cães acham uma brecha para levar seus companheiros para passear. No entanto, 46% dos frequentadores de academia costumam achar “desculpas” para faltar às aulas.
MANTENHA-SE SAUDÁVEL,  TENHA UM ANIMAL NA SUA VIDA!

sexta-feira, 4 de março de 2011

CUIDE DO SEU MELHOR AMIGO NA VELHICE ...PARA QUE ELE TENHA UM FINAL FELIZ E COM DIGNIDADE!!


Cuide para que ele
tenha um final
de vida feliz.
Sempre que for possível,
deixe ele
permanecer ao seu lado,
pois esse será,
realmente,
um dos poucos
prazeres que lhe restarão
na velhice.
A hora da grande despedida
está próxima...
(...)
Lembre-se que,
dentro do peito,
ele ainda possui
aquele coração que vibrará
com o som da voz
de seu mestre!
E quando chegar ao fim,
não se envergonhe:
chore!
Você terá acabado de perder
o mais dedicado
dos amigos...
O cão.
aí vai outro me dá dez pontos em.
A Velhice de um Cão
Seu cachorrinho já lhe
terá proporcionado
muitas alegrias
Cuide para que ele
Tenha um final
de vida feliz



Sempre que for possível
deixe sempre ele
permanecer ao seu lado
pois este será
realmente,
um dos poucos
prazeres que ele restarão
na velhice


A grande despedida
esta próxima
E ele por instinto
sabe disso
E natural que
deseje a companhia
daquele que aprendeu
a amar
e respeitar
durante a sua vida


Não o abandone agora
Ele já não será
aquele animal bonito
de antes


Seu pêlo começara a cair
seu caminhar perdeu
a elegância
e sua cabeça pendera
cansada sobre suas patas

Somente o seu olhar
acompanhara os passos
do seu dono

Lembre-se que
dentro doí peito e
ele ainda possui
aquele coração que vibrara
com o som da voz
de seu mestre

E chegando ao fim
não se envergonhe
chore 
Você acaba de perder
o mais dedicado
dos amigos
o cão
Um dia
Sophia de Mello Breyner Andresen
Um dia, mortos, gastos, voltaremos
A viver livres como os animais
E mesmo tão cansados floriremos
Irmãos vivos do mar e dos pinhais

O vento levará os mil cansaços
Dos gestos agitados, irreais
E há-de voltar aos nossos membros lassos
A leve rapidez dos animais.

Só então poderemos caminhar
Através do mistério que se embala
No verde dos pinhais, na voz do mar,
E em nós germinará a sua fala.
Eu penso que poderia retornar e viver com animais,
tão plácidos e auto contidos; eu paro e me ponho a observa-los longamente.
Eles não se exaurem e gemem sobre a sua condição; 
eles não se deitam despertos no escuro e choram pelos seus pecados
eles não me deixam nauseado discutindo o seu dever perante Deus.
Nenhum deles é insatisfeito,
nenhum enlouquecido pela mania de possuir coisas;
nenhum se ajoelha para o outro,
nem para os que viveram há milhares de anos;
nenhum deles é respeitável ou infeliz em todo o mundo.
Walt Whitman, in "Song of Myself"
Se você fala com os animais eles falarão com você
e vocês conhecerão um ao outro. 
Se não falar com eles você não os conhecerá,
e o que você não conhece você temerá. 
E aquilo que tememos, destruímos.
Chefe dan George (Índio norte americano)

A velhice nos cães

Prepare-se para enfrentar a velhice do seu amigo.
Os anos passam muito mais rápido para os cães. Levando-se em conta que a vida média desses animais é 12 a 15 anos, podemos dizer que aos 7 ou 8 anos, eles começam a envelhecer.
Existem animais que podem viver muito mais do que a média. Alguns cães chegam aos 18 ou 20 anos. Nesses casos, existem 2 fatores envolvidos que justificam essa longevidade: predisposição do organismo e os cuidados que ele receberá quando começar a envelhecer.
O dono deve ficar atento e conhecer as doenças que podem acometer seu animal a partir de 7 ou 8 anos de idade. Com isso, ele poderá preveni-las ou diagnostica-las a tempo do animal receber o tratamento adequado. Isso certamente prolongará a vida de muitos cães.

1. Calcificações nas vértebras da coluna ("bico de papagaio"), hérnia de disco e artrose:
É muito comum em cães idosos e obesos. O animal pode começar a mancar e ter dificuldade de pular ou subir em locais mais altos, como um sofá. Quando palpado na região da coluna, ele sente dor. O quadro pode progredir e o animal passa a ter incordenação nos membros (cruza as pernas traseiras ao andar), não consegue mais se levantar, urina e defeca em qualquer lugar (incontinência).
O desgaste das articulações (artrose) também é comum nessa idade. O cão sente dores ao executar movimentos simples.
O diagnóstico dessas patologias é feito através do raio-X simples, tomografia e/ou mielografia (radiografia da coluna vertebral usando contraste).
Como tratar: está ocorrendo compressão dos nervos e inflamação na região da coluna afetada pela hérnia ou calcificação. O cão deve repousar e ser medicado pelo veterinário com anti-inflamatórios e analgésicos. O cão que apresentar sinais graves, como paralisia, deve ser submetido a exames como raio-X, tomografia e mielografia para avaliar o grau da lesão. O animal não deve tomar banho ou ser submetido a temperaturas frias durante o tratamento ou quando tiver crises de dor. Em alguns casos, o tratamento é cirúrgico.
No caso de artrose, o tratamento consiste na administração de analgésicos, anti-inflamatórios e medicamentos que estimulem a formação de cartilagem. Em todos os casos é possível associar-se terapias alternativas ao tratamento, como a fisioterapia e acupuntura.
2. Doenças do coração:
Uma grande percentagem dos cães idosos tem alguma alteração cardíaca, principalmente nas válvulas do coração. Muitos animais compensam essas disfunções e vivem bem, sem sinais clínicos. Outros apresentam sinais claros de cardiopatia, mas o dono não sabe reconhecer. Cansaço além do normal durante os passeios, tosse que pode ser confundida com um engasgo após exercícios, ofegação e língua arroxeada após uma situação de excitação, são sinais de um cão cardiopata. O animal deve ser examinado pelo veterinário, que indicará um eletrocardiograma e/ou um ecocardiograma para avalia-lo.
Como tratar: é importante que o proprietário esteja atento, para que o animal seja medicado no início da doença. Mesmo não apresentando sinais clínicos, o animal idoso deve ser examinado pelo veterinário anualmente. Constatada a cardiopatia, o cachorro será medicado e os sinais deverão desaparecer. Isso prolongará em muito a vida do cão. Cães cardiopatas não devem ter peso acima do normal (obesidade) ou ser submetidos a longas caminhadas forçadamente. Veja seção de cardiologia para maiores detalhes
3. Catarata:
A catarata é uma condição em que o animal vai perdendo a visão gradativamente, uma vez que o cristalino (estrutura interna do olho) vai tornando-se translúcido. Quando observado à luz, o olho do animal tem manchas esbranquiçadas. Com o passar do tempo, a catarata evolui e o animal passa a não enxergar, já que o cristalino está totalmente opaco e o animal tem os olhos bastante esbranquiçados.
Como tratar: diagnosticada precocemente, a catarata pode ser tratada para que sua evolução seja mais lenta. Nem todos os casos respondem bem ao tratamento. No caso de cegueira, existe cirurgia para catarata em animais. Algumas raças apresentam predisposição à catarata e ela pode aparecer precocemente, em animais novos. Veja seção oftalmologia para mais detalhes
4. Insuficiência renal crónica
Quando o rim perde a sua capacidade de selecionar o que é bom ou mau para o organismo e não consegue mais reter a água, temos um quadro de insuficiência renal crónica. Os sinais são emagrecimento, ingestão exagerada de água, urina em grandes quantidades, perda de apetite, vómitos e anemia.
Como tratar: a insuficiência renal crónica é um quadro que leva o animal à morte, pois o rim, que é o filtro do organismo, não funciona mais. Ele deixa passar substâncias importantes como vitaminas, e retém toxinas que deveria eliminar. Porém, diagnosticado a tempo, o animal pode ter uma sobrevida com uma mudança alimentar e complementos vitamínicos. A hemodiálise pode ser realizada. O transplante renal também pode ser realizado em animais.
5. Piometra:
Cadelas idosas que apresentem sinais de perda de apetite, vómitos, aumento súbito do volume do abdomen, corrimento vaginal intenso e apatia, devem ser encaminhadas ao veterinário imediatamente. A piometra é uma infecção uterina que acomete cadelas idosas. O útero se enche de secreção purulenta e o animal se intoxica pela absorção desse pus pelo organismo.
Como tratar: O tratamento eficaz na maioria dos casos é a cirurgia com retirada do útero e ovários e antibioticoterapia. Em alguns casos (doença detectada precocemente e cadelas reprodutoras) pode ser tentado tratamento para preservar o útero, mas nem sempre se consegue resultados. Preconiza-se a castração de cadelas jovens como prevenção da piometra na fase adulta. Veja maiores detalhes em: piometra
6. Tumores:
Nem todo tumor é um câncer. Nas cadelas, o tumor mais comum ocorre nas mamas. Tumores de mamas são frequentes e podem ser percebidos facilmente pelos proprietários como um ou vários nódulos nas glândulas mamárias das cadelas. A maioria dos tumores de mama é benigna, mas o veterinário deve acompanhar a evolução e indicar a remoção, caso ache necessário. A biópsia é sempre indicada após a retirada de qualquer tumor. Todo nódulo que aparece em um cão, idoso ou não, deve ser avaliado pelo veterinário. O diagnóstico precoce pode salvar ou prolongar a vida de um animal com câncer.
Como tratar: pode-se recorrer à remoção cirúrgica e/ou quimioterapia. A radioterapia em cães é realizada em alguns países. Veja mais detalhes em: oncologia
7. Diabetes:
Ela pode aparecer em qualquer cão. Cães idosos e/ou obesos podem se tornar diabéticos. O cão diabético apresenta magreza, embora coma muito. Bebe água exageradamente e urina demais. Pode apresentar catarata associada ao quadro.
Como tratar: A administração de insulina é feita em cães para o controle da doença na maioria dos casos. Veja mais detalhes em: diabete
8. Perda dos dentes:
É algo que o dono pode e deve prevenir. O cão perde os dentes pelo acumulo de tártaro. Os animais devem ser avaliados anualmente desde jovens, e a prevenção e/ou remoção do tártaro (quando necessário) devem ser feitos. Quando o dono percebe que a boca do seu cão cheira mal, é hora de visitar o veterinário. O ideal é fazer a prevenção. Quando é feita a limpeza de tártaro tardiamente, muitos dentes já estão perdidos. Alimentar o animal com ração seca pode ajudar a prevenir o tártaro, além de outras medidas. Quanto à alimentação, vale ressaltar que existem rações para cães mais velhos (rações sénior). Dê preferência a elas para animais acima de 7 anos.
http://petfoodqualy.blogspot.com/2010/06/velhice-nos-caes.html
O SEU CÃO NA SUA VELHICE NUNCA O ABANDONARIA...

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

CUIDADOS A TER COM OS CÃES IDOSOS!!!


Cuidados com os Velhinhos

A velhice afecta os cães, da mesma forma que influencia o comportamento e saúde dos humanos. É importante conhecer os sinais de velhice do seu animal para que possa reconhecer sinais de doença ou simplesmente ajustar brincadeiras e atitudes às mudanças pelas quais o cão está a passar.
Antigamente era raro ver um cão realmente idoso nas ruas. Todavia, após anos de pesquisa veterinária, pode-se afirmar que, actualmente, 40% dos cães atinge facilmente a terceira idade, ou seja, vive mais de 7 anos. Entre os factores decisivos para esse aumento da longevidade canina estão os melhores cuidados que os cães recebem de seus donos, a melhor assistência veterinária, alimentação balanceada e adequada aos estilos de vida dos cães e esquemas mais aprimorados e eficazes de vacinação.

Os cães têm diferentes ritmos de envelhecimento. Ao contrário dos humanos, que têm um período alargado de infância, adolescência e velhice, os cães vivem a grande maioria das suas vidas no estado adulto.
Os cães de porte grande têm uma esperança média de vida menor e podem ser considerados idosos aos 6/8 anos. Os cães de porte pequeno vivem geralmente até mais tarde e por essa razão, os sinais de velhice surgem também mais tardiamente.
Quando chega a idade é preciso prestar atenção às mudanças de hábitos do seu velhinho. Elas podem indicar o início de problemas de saúde. E olhe que os cães são peritos em esconder dos donos o seu sofrimento! Nesta altura é conveniente visitar o veterinário não apenas uma vez ao ano para as vacinas, mas semestralmente, a fim de despistar qualquer problema mais frequentes da terceira idade.
Com o envelhecimento dos cachorros o metabolismo fica mais vagaroso, a artrite chega, o sistema imunológico cai, a visão e a audição são prejudicadas, e o controle das funções excretoras se perde. Outra mudança está no temperamento do animal. Ele fica mais "rabugento", perde a disposição de antes para brincar e passa a se irritar com mais facilidade com crianças e cães mais jovens.
À medida em que envelhece, você notará mudanças na aparência e vitalidade dele. 
  

Perda dos Dentes 

Deve-se dar uma atenção especial à saúde bucal dos animais mais velhos. Com a idade eles começam a perder os dentes e a desenvolver mau hálito. Quanto mais cedo você cuidar dos dentes de seu cão, mantendo-os limpos e livres do tártaro, menor será a possibilidade dele vir a ter problemas bucais.
As gengivites também se tornam mais comuns com a idade, dificultando a alimentação. Seu veterinário pode orientá-lo quanto à escovação e limpeza dos dentes, com escova e creme de dente próprios para esta idade.



Cegueira


Um cão idoso com deficiência de visão deve ser auxiliado para se adaptar ao seu novo estilo de vida. Consultar o veterinário é importante para avaliar a extensão do problema de seu cachorro. Você pode ajudar o seu amigo avaliando as condições do ambiente e ajustando-as para melhor comodidade dele. Provavelmente o animal está habituado com a posição dos móveis da casa, portanto, mudar a mobília prejudicará o seu velho companheiro, fazendo com que ele dê algumas "trombadas", podendo até se ferir.


 
 Surdez
O seu velho amigo provavelmente terá dificuldades na audição. Ele não atenderá com a mesma frequência de antes aos seus chamados, parecendo não estar lhe escutando. O veterinário poderá constatar se o seu animal de estimação perdeu completamente ou parcialmente a audição. Caso seja confirmada a surdez, existem outras maneiras para se comunicar com ele, como através de sinais com as mãos e toques. Cães que perderam a audição não devem ser acordados subitamente, nem serem surpreendidos pelas costas, pois podem se assustar e ter reações violentas.

 
Artrite
A artrite pode fazer com que um cão idoso tenha dificuldades em fazer certos movimentos. Por exemplo, quando ele tenta se levantar e não consegue, principalmente quando em repouso por um longo período. Ele também pode começar a mancar enquanto caminha, necessitando de auxílio para entrar e sair de veículos e para subir escadas. Isso não significa que ele não poderá praticar exercícios, essenciais para o animal nessa fase da vida. Esses problemas de locomoção causados pelas dores podem ser aliviados com remédios receitados pelo veterinário.
 

Incontinência Urinária

À medida em que o seu cão envelhece ele terá a necessidade de se aliviar com maior frequência. Em alguns casos, o cão pode desenvolver uma incontinência urinária, sendo necessário forrar a cama dele com plástico ou material lavável. Manter um ambiente favorável para o seu cão idoso é muito importante.
 

Obesidade

É um dos maiores riscos à saúde no cão idoso . A tendência dos animais idosos de engordar é o resultado da mudança no metabolismo, ao mesmo tempo em que o nível de actividade deles diminui. A obesidade não é um sinal de saúde, ao contrário, é bastante perigosa para as articulações, coração e outros órgãos do cão idoso.
Você vai notar um aumento na intolerância ao frio e ao calor. Isto acontece porque o seu cão está produzindo menos hormônios que ajudam na manutenção da temperatura do corpo.

Problemas de Pele


Com a idade avançada, os problemas de pele começam a aparecer devido à diminuição da elasticidade e o aumento do tempo para cicatrização de cortes e feridas. A queda de pêlos aumenta devido ao enfraquecimento dos folículos pilosos. O sistema de defesa da pele diminui permitindo o aparecimento de tumores.



Perda dos Sentidos

Na terceira idade, os sentidos como a visão, olfacto, paladar e audição vão diminuindo gradactivamente. Alguns animais se adaptam muito bem a estes problemas, embora o apetite diminua quando o paladar e o olfacto se reduzem. É necessária uma dieta altamente nutritiva e balanceada. Algumas doenças dos olhos, como o glaucoma e catarata são mais comuns em cães idosos, bem como tumores e infecções.
Se o animal não for castrado, vários problemas reprodutivos podem aparecer. Infecções no útero são particularmente comuns em cadelas idosas intactas, tanto em cães como em gatos. Nos machos podem aparecer tumores nos testículos e na próstata. O animal idoso vai permanecer fértil mesmo em idades avançadas, e gravidez nesta idade é altamente perigosa.




TODOS TÊM DIREITO A ENVELHECER COM DIGNIDADE, PROTEJA E CUIDE DOS SEUS PATOLAS IDOSOS!!