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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Ter um animal faz bem à saúde! esqueça os medicamentos, adote um patolas ou gatolas:O)

 Ter um animal faz bem à saúde!
A convivência com um amigo de quatro patas acalma, facilita a interação, dá confiança e, o melhor, ajuda a superar com sucesso vários problemas de saúde.
Apenas 15 minutos de convivência com um animal melhoram muitos problemas de saúde, segundo a organização internacional Delta Society. Dentre as pesquisas já realizadas sobre o assunto, a instituição ressalta as seguintes:


 A presença de cachorros em hospitais diminui a pressão sanguínea, controla a ansiedade de cardíacos e ajuda a melhorar as funções do coração e do pulmão em pacientes internados.
Pacientes com doença de Alzheimer têm menos problemas de comportamento e se alimentam melhor em ambientes com aquário.

Idosos que possuem um animal de estimação em casa visitam o médico com menos frequência.
Taxas de colesterol, triplicardes e pressão arterial são baixas em pessoas que têm bicho em casa.
Crianças conseguem passar por uma situação difícil na família, como doenças ou perdas, e ter mais auto-estima se têm a companhia de animais. 

  Um cão na sala de espera de consultórios reduz o stress das crianças.
A fisioterapia é mais eficaz quando o profissional tem como assistente um cachorro.

Em adultos saudáveis, os bichos propiciam a diminuição do stress diário e da solidão.
Menos depressão e stress foram constatados em portadores do vírus HIV que vivem com animais, além de aumentar a vontade de superar a doença.

Por todos os benefícios que um cão ou gato adiciona na vida do homem, cada vez mais tem sido utilizado o método chamado cão terapia.
Os cães de terapia são aqueles treinados para visitar instituições com altas taxas de depressão e estresse como hospitais, asilos, orfanatos e presídios.

 Esses cães realizam um trabalho que consiste basicamente em dar carinho e atenção a pessoas que precisam, fazendo com que se sintam melhores e menos solitárias, diminuindo taxas de depressão e auxiliando na recuperação de doentes e na reabilitação de detentos. 
Passear com seu cão também faz muito bem para a saúde. Se você é do tipo que sempre pensa em começar uma rotina saudável de corridas, aeróbica e musculação na academia, mas acaba deixando para depois, saiba que há um jeito mais estimulante, divertido e até mais eficaz de fazer exercício: 
 Levar o cachorro para passear. Pelo menos é o que sugere um estudo feito na Grã Bretanha com 5 mil pessoas, dentre elas 3 mil donos de cachorros, publicado no site jornalístico Telegraph.
A conclusão é baseada no tempo gasto para cada atividade. Levando-se em conta que os passeios caninos são feitos duas vezes ao dia, com média de 24 minutos de duração, mais três passeios mais longos por semana, num total de 2h e 33min, pode-se dizer que quem acompanha os cães durante as caminhadas faz em torno de 8 horas de exercício por semana.
Por outro lado, os outros entrevistados gastam apenas 1h e 20min por semana com exercícios em academia ou ao ar livre – sendo que 47% dos que não possuem cachorros admitiram não fazer qualquer tipo de exercício.
De acordo com o Telegraph, a diferença não é só o tempo gasto, mas também no prazer que a atividade gera. Apenas 22% dos que têm cachorro sentem que as caminhadas são uma obrigação e não um lazer, enquanto 70% dos que fazem academia consideram essa rotina uma tarefa.
Isso se reflete no comprometimento de cada um: mesmo com o tempo apertado, 60% dos donos de cães acham uma brecha para levar seus companheiros para passear. No entanto, 46% dos frequentadores de academia costumam achar “desculpas” para faltar às aulas.
MANTENHA-SE SAUDÁVEL,  TENHA UM ANIMAL NA SUA VIDA!

domingo, 20 de novembro de 2011

Saiba como seu cão expressa os sentimentos e aprenda como lidar com eles


Explodindo de alegria:

► Bolinha na boca é um convite para brincar. Aprender a respeitar regras, estabelecer vínculos, colocar-se no lugar do outro são as lições que as brincadeiras ensinam. Por isso, jogue bolinha, role, corra etc.
► O rabo mostra o estado de humor. Se ele está feliz, o rabinho fica ereto e agitado. Quando está triste, fica encolhido entre as patas traseiras. Se estiver balançando o rabinho rapidamente, com a boca aberta e a língua para fora, quer brincar. 
  Triste demais:
► Lamber demais o corpo é depressão. Além de ficar cabisbaixo, tem comportamento compulsivo – lambendo partes do corpo centenas de vezes – e falta de apetite. Mude a rotina do bicho e leve-o ao veterinário.
► Se está muito quieto pode ser dor. Descubra isso fazendo uma massagem por todo o corpo do animal: orelhas, patas, pescoço, focinho, costas etc. 
 Morrendo de ciúme:
► Xixi pela casa para marcar território. Os sinais que indicam esse sentimento são os mais variados. Alguns deixam de comer e ficam quietos, outros se escondem e há os que fazem xixi por toda a casa para marcar território. Nesse caso, a solução é antecipar algumas mudanças para antes da chegada do novo integrante.
► Restrinja o acesso ao quarto da criança, dê menos atenção ao animal e deixe pedaços de pano com o cheiro das roupinhas próximo ao lugar onde ele dorme. Se o novo membro for outro cãozinho, dê preferência para o primeiro.
http://blogrose.zip.net/ 

Quem tem um cãozinho sabe que não é difícil imaginar que os animais têm sentimentos: eles fazem cara de envergonhados quando lhes damos broncas, caras de dó quando querem ganhar algo, e parecem tristes ou alegres conforme o humor de seus donos.
Mas essas “expressões humanas” realmente querem dizer alguma coisa? Os cientistas foram atrás dessa resposta. Eles acreditam que certas células cerebrais em humanos, chamadas células fusiformes, são responsáveis pelo comportamento social humano e a interação entre pensamentos e sentimentos.
Estudos têm revelado que os cérebros dos chimpanzés, golfinhos e baleias também possuem células fusiformes. Segundo os pesquisadores, esses são animais podem agir como “pessoas”, mas a presença dessas células não significa que eles têm sentimentos.
Experimentos com macacos revelaram um comportamento que parece representar vários impulsos semelhantes a humanos. Em alguns testes, os chimpanzés demonstraram o que parecia ser altruísmo, contribuindo para a sua própria espécie e até mesmo outras espécies, sem a expectativa de uma recompensa. Em estado selvagem, mães chimpanzés já foram observadas carregando seus filhos mortos por semanas, parecendo chorar.
Mesmo os animais que não possuem células fusiformes, como os cães, já demonstraram comportamentos que podem sugerir um “sentido social humano”. Em experimentos recentes, cães puderam seguir o dedo apontado de um ser humano para encontrar um lanche. Os cientistas dizem que isso mostra que os cães são sensíveis a estímulos sociais e humanos, e são capazes de interpretá-los corretamente eles. Ainda assim, isso só prova que os cães sabem como encontrar comida, e não que eles têm sentimentos.
Outros experimentos têm dúvidas de que o comportamento animal pode confiantemente significar um sentimento subjacente. Em um estudo recente, pesquisadores testaram se os “olhares culpados” dos cães estavam ligados ao mau comportamento real.



Os proprietários dos cães mostraram-lhes um lanche, e disseram aos cães para não comê-lo. Os proprietários não foram autorizados a ver se seus animais de estimação tinham comido o lanche ou não, e foram instruídos a repreender os cães que “desobedeceram”. Os pesquisadores observaram que os cães repreendidos mostraram uma cara de culpado, independente de terem ou não feito algo errado.
Isso ilustra a dificuldade de interpretar com precisão o comportamento animal, baseado apenas em marcadores de sentimentos humanos. Um olhar culpado sugere um sentimento de culpa em um ser humano, mas não necessariamente em um cão.
Ou seja, qualquer comportamento dessa forma, que aparente tristeza, empatia, etc, não significa necessariamente que esses sentimentos estão presentes no cérebro dos animais. Isso do ponto de vista científico. Você pode continuar pensando que, sim, o seu cão está sorrindo porque está feliz em vê-lo. 
[LifesLittleMysteries]



segunda-feira, 14 de novembro de 2011

RELATOS REAIS EM COMO OS ANIMAIS MODIFICAM A NOSSA VIDA .....PARA MELHOR!!

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
Maruskinha
"Ás vezes a vida prega-nos partidas. Partidas que podem contribuir para a nossa felicidade. Ou não.
E muitas das vezes não nos apercebemos que essas partidas são um sinal. Mas também se percebêssemos, então não existiria o tal chamado "Destino". Ao longo da nossa vida vamos construindo memórias, que um dia mais tarde serão para recordar com aqueles que nos são mais queridos. Há muito tempo que eu deixei de acreditar que a vida era como um "mar de rosas".
E há muito tempo que acredito que nada acontece por acaso, e isto é tão claro como os dias que começam com o nascer do sol. Numa quinta-feira do dia 7 de Setembro de 2006, alguém deixou de ver o nascer do sol. Chamava-se Maruska. Era simplesmente uma gatinha de raça siamesa pura de 8 anos.
Mas tal como o ser humano, os animais também têm problemas de saúde, o único problema é que eles não falam para poderem nos dizer aquilo que estão a sentir. A Maruskinha tinha um tumor, que era dos mais malignos. Na operação tiraram-lhe a cadeia toda das maminhas para que as outras células não fossem infectadas, só restando duas. Foram feitos os possíveis e impossíveis para que ela voltasse a ter uma vida normal após a operação. E durante uma certa altura ela viveu uns pequenos momentos como uma gata normal. Mas quando se perde todos os sentidos (visão, paladar, etc.) e uma semana depois começa-se a ter problemas nos rins, que deixam de funcionar. Sobreviver torna-se uma prioridade. Ela recuperou os sentidos um a um, mas não foi o suficiente.
Apesar de todos estes problemas, a Maruskinha lutou pela vida até ao final. E foi por causa dela que hoje em dia eu acredito que "os gatos têm sete vidas". E quando gastou essas sete vidas, já não havia nada a fazer.
A Maruska era uma gata muito especial, só lhe faltava falar, bastava dar-lhe uma festa e ela começava logo a ronronar muito alto. Andava sempre comigo. Lembro-me como se fosse hoje, quando ela dormia todas as noites comigo (ou com a minha mãe) e para que eu a deixasse meter-se debaixo dos lençóis punha-se ao lado da minha almofada a ronronar muito alto e a lamber-me a cara ou a quando eu acordava as 6 da manhã para tomar banho e arranjar-me para ir para a escola, e lá vinha ela atrás de mim, enquanto eu tomava banho ela bebia a água que eu lhe deixava no lavatório e depois ficava sentada à espera que eu terminasse. Depois eu ia tomar o pequeno-almoço e claro, ela também vinha e miava com um olhar ternurento para eu lhe servir o seu pequeno-almoço. Ela adorava as latinhas com pedacinhos de salmão. E lá estava eu a comer no balcão da cozinha com a minha Maruskinha ali ao lado em cima do balcão. Hoje sinto falta disso. Hoje ainda choro, pela falta que ela me faz.
Mas hoje também estou feliz. Porque apesar de já não ser nada como era antes, a Maruskinha continua a acompanhar-me todos os dias de manhã, para onde eu vou ela continua ao meu lado, a olhar por mim. E sabem porquê? Bem, na verdade é muito simples. Quando alguém morre, não importa como ou onde morreram. Simplesmente limitam-se a ficar perto daquilo que mais amaram em vida.
Estarás sempre no meu coração. Estejas onde estiveres.
Para a minha Maruskinha
que será sempre o meu
"Rubim"
 Marisa Nunes

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
Rambo
"Era Domingo, dia 26 de Setembro, saí de manhã e disse à minha esposa onde ia. Quando voltei, ela não estava, tinha saído também, mas sem dizer para onde.
As horas iam passando, ela não voltava, não me telefonava, nada. O silencio matava-me por dentro. O nosso relacionamento não andava bem, eu já não sabia mais o que fazer. Ela parecia viver só e exclusivamente para os animais.
Ai, como às vezes eu odiava estes animais, aqui de casa (trinta gatos e 10 cães, machos e fêmeas).
As horas passavam, o desespero dentro de mim aumentava, o não receber notícias dela estava a matar-me lentamente. Passei em revista os problemas da minha vida e verifiquei que a pressão sobre mim era demais, necessitava de um alívio rápido e eficaz. Surgiu a ideia da morte como a paz suprema e o fim de tudo, uma pausa merecida na estúpida de uma vida sem futuro. Exclamei baixinho para mim próprio: Assim não dá mais. Meti-me no carro com a firme decisão de pôr termo à vida. Era fácil. Sabia exactamente onde tudo iria acabar pois já tinha visto o local antes e sabia que o sítio era perfeito. Rápido e limpo! Era fácil, era só atirar o carro dali abaixo.
A cerca de cinco a sete quilómetros de casa, bem na minha frente uma carrinha trava, foi como se eu acordasse de um pesadelo, travei, também e bem na minha frente, vejo aparecer um cachorro que rebolara por baixo da dita carrinha que seguia na minha frente. Tive que travar a fundo e desviei-me bruscamente e parei o meu carro. A carrinha que atropelara o cachorro seguiu o seu caminho normalmente como se nada tivesse acontecido.
Por segundos fiquei ali parado sem saber o que fazer. Seguir o meu caminho da morte, ou salvar o cachorro?
A minha vida ou morte poderia esperar, sem pensar duas vezes, abri a porta do carro e o cachorro entrou apavorado para dentro do carro. Não sabia o que fazer!
Decidi voltar para casa com o cachorro.
Já em casa reparei tratar-se de um rottweiler bebé, mas não sabia adivinhar a idade. Decidi esperar pela minha esposa, já tinha dez em casa, - se eu pudesse ficar com ele!, mas como lhe dizer, logo eu que era contra ter tantos animais em casa levo mais um e de uma raça que eu adoro.
Decidi esperar que ela chegasse logo veria a reacção dela.
Ele não saía de perto de mim, era como se a sorte dele dependesse de mim.
Quando a minha esposa chegou, a reacção foi a mesma como se visse qualquer outro animal salvo por ela.
Perguntei;
“- Posso ficar com ele?”
Resposta imediata da minha esposa.
“- Mas é claro que sim, se gostas dele, e o salvaste da rua!“
Moral da História: A minha esposa tinha estado todo o dia na Petfil, na Expo, na campanha de adopção de animais, e não me tinha dito nada, porque eu mesmo não queira ir a esses sítios.
Fiquei em casa e no caminho da morte salvo da rua um animal. Nos dias dois e três de Outubro participei na Expo, na campanha de adopção de animais abandonados e adorei a experência.
Hoje, tenho o Rambo, que tem quatro meses e ficará para sempre, na minha memória, que não fui eu que o salvei da rua, mas sim ele, que me salvou da morte!"
 Alberto da Costa
http://www.sosanimal.com/html/body_alberto_costa_-_rambo.html

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
 Oskar
"Num domingo chuvoso de Janeiro, tomei a fantástica decisão de adoptar um cão/cadela. Peguei no casaco e dirigi-me á UZ em Lisboa..
Andei de box em box, para ver qual deles me chamava a atenção..... Todos chamam, claro...
Passado uns momentos, uma das voluntárias, trouxe-me um cão que ainda estava na enfermaria a recuperar dum atropelamento ( quando o abandonaram, deixaram-no num sítio bastante movimentado).
Este cão não tinha uma orelha..... Pois bem, foi paixão á primeira vista!!
Este cão era o meu lindo Oskar, cuja foto está na Galeria.
Entrevista do Oskar á SOS Animais:
 - Oskar, como te sentes, depois destes meses todos com a tua familia nova?
 - Bem.... a dona é chata e o dono também. Têm uma mania de me ensinar coisas, que só visto!!! Assim que chegam a casa, primeiro que olhem para mim, tenho de fazer mil e uma macacadas para eles me verem ( eu cá acho que isto é truque deles, mas pronto, eu também sou um bocado melga, sempre a querer dar-lhes mimos), depois, quando eles jantam, eu estou sempre á espera que caia alguma coisa de cima da mesa, mas nada!!!! São maus para mim.....
 - Maus?? Não, eles so te querem ensinar a ser um cão bem educado e sociavel....
 - Pois..... Eles evem ter razão, mas ao fim destes meses todos eu ainda não consegui agradecer-lhes por me terem adoptado. Tenho medo de os perder.
 - Não perdes nada. Eles adoram-te.
Final da Entrevista.
Nota Final : O Oskar é um cão extremamente inteligente e amigo dos donos. É mesmo o melhor cão do Mundo!"
(Elsa Cândido)

(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
 AMOR INCONDICIONAL
"O meu amor a gatos começou há três anos e felizmente estão todos vivos. O NEGRITO (preto) tem 3 anos, a MIMI (tigrada) tem 2 anos e o MALHINHAS (malhado preto e branco)tem cerca de 1 e meio.
Nunca tive animais e aos 50 anos encantei-me com gatos mas a partir daí todos os animais me encantam especialmente.
O NEGRITO nasceu no meu prédio e foi-me oferecido por uma vizinha. Quando tinha cerca de 2 meses adoeceu gravemente que fui incapaz de ir trabalhar de tal forma os seus olhinhos amarelos pediam socorro, sabia que ao chegar a casa não o iria encontar com vida, chorei muito mas o veterinário consegui curá-lo, hoje é o meu melhor companheiro apesar de ser um pouco arisco.
A MIMI é uma gatinha de lindos olhos verdes muito meiga. Trouxe-a de um parque de campismo que frequento, andáva por lá como muitos outros mas foi ela que me escolheu ao pendurar-se nas minhas pernas para brincar. Felizmente que a trouxe porque todos os outros gatos foram mais tarde envenenados.
O MALHINHAS estava refugiado na escada do meu prédio e foi o meu filho mais novo que o recolheu. Nunca vi um gato tão meigo e tão pachorrento como aquele. Quando chegou a minha casa a primeira coisa que fiz foi dar-lhe banho e cortar-lhe as unhas, tudo isto sem a maior dificuldade. Hoje mora com o meu filho noutra casa mas continua a fazer-me festas como se morasse comigo.
Sou uma dona feliz e apaixonada pelos meus gatos só esperando que o dia da separação venha ainda muito longe. Foram a melhor coisa que entrou na minha casa depois dos meus filhos e da minha neta e apesar de alguns estragos não estou nada arrependida de os ter e nunca me zanguei com nenhum deles pois eles são a minha paixão."
Ana Antunes


(AS FOTOS QUE UTILIZO NÃO SÃO RELATIVAS AOS ANIMAIS DAS HISTORIAS)
  Do lado errado da Vida...
"Por vezes tenho um sonho, sonho que este mundo onde vivo é totalmente diferente e que os seres se amam sem preconceitos. Não quero acordar mas a realidade chama-me e quando acordo choro, lágrimas de tristeza por não conseguir viver assim, por não saber o que me espera lá fora.
Sei que não posso mudar mentalidades, a sociedade, o Pais o Mundo. Mas sei também que tenho uma missão, sair para a rua de cabeça erguida e ajudar quem não tem nada, não tem um lar, uma cama, um prato de comida, um carinho. É esta a minha missão e nunca baixarei os braços por nada desta vida. Sei que muitas vezes luto contra a maré e uma corrente infinita, que me puxa para o lado errado da vida. Mas também sei que enquanto tiver força e, do lado de cá tiver pessoas como todos vocês, nunca desistirei e sempre sonharei procurando que cada minuto, cada hora, cada dia seja uma nova conquista.
Por tudo isto obrigada a todos os meus amigos de 4 patas e não só, peludos ou não. Mas com a certeza de estarem do lado certo da vida."
Cristina Oliveira


TORNE A SUA VIDA MELHOR ADOTANDO UM AMIGO DE 4 PATAS!!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

VEJA A RAZÃO DE O SEU CÃO SER STRESSADO!!! CÃO CALMO...CÃO FELIZ!!

O que leva o cão a ficar stressado?
. solidão

.  falta de carinho
. falta ou excesso de exercícios
. rotina tediosa
. ambiente agitado
http://meucaomeuamigo.blogspot.com/
Quais são os sintomas?
lamber as próprias patas, cavar, uivar, latir excessivamente, chorar e, em muitas às vezes,
urinar e defecar em locais inapropriados, onde ele não estava acostumado a fazer.
Gente, a maioria destes problemas tem uma solução muito simples, só que requer um tempo diário. Para que o cão passe a ser mais comportado, não morder tudo o que vê, e que seja mais tranquilo e feliz, a solução é simples: PASSEIO.

Sim, passear com o cachorro é um ato quase milagroso para resolver estes comportamentos desagradáveis. Eles ficam muuito felizes e satisfeitos. Um passeio ao dia de 20 minutos para cães pequenos e de 40 minutos para cães maiores é ótimo para eles e com certeza pra você também! Quer deixar o passeio mais divertido? Faça corridas, ande de patins, skate, bicicleta.... Mas vá com calma!
Já era de conhecimento no meio científico que os baixos índices do hormônio serotonina, responsável pela sensação de bem-estar no organismo, está associado à depressão e ansiedade. O que poucos sabiam, no entanto, é que até mesmo os cachorros também podem sofrer por causa da falta do importante hormônio.  

Segundo revelou o site do jornal Telegraph cães que costumam rosnar com frequência e que se mostram agressivos podem estar, na verdade, deprimidos. A descoberta pode ajudar os estudiosos a tratar os diversos casos semelhantes que chegam aos consultórios veterinários.
O estudo foi publicado no jornal Applied Animal Behaviour Science, que revelou os métodos utilizados na pesquisa. Segundo a publicação, foram coletadas 80 amostras de sangue de cães que se revelaram agressivos de uma hora para a outra. O sangue de cachorros com comportamento normal também foi coletado para auxiliar na comparação.
Os resultados revelaram que os cães agressivos tinham uma significativa diminuição na quantidade de serotonina. Algo em torno de 278 unidades contra 387. Em compensação, o nível de cortisol, substância ligada ao estress, era duas vezes maior nos animais agressivos.
Com a descoberta, pesquisadores da Universidade de Zaragoza, na Espanha, disseram que, da mesma forma que antidepressivos são utilizados para auxiliar os humanos com depressão, os remédios também podem ajudar os cães.
http://www.emporto.com.br/index/colunista-post/id/259/print/sim


Porque deve castrar os machos?
1. Evitar fugas.
2. Evitar o constrangimento de cães “agarrando” em pernas ou braços de visitas.
3. Evitar demarcação do território (xixi fora do lugar).
4. Evitar agressividade motivada por excitação sexual constante.
5. Evitar tumores testiculares.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis comoepilepsia, displasia coxofemural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).
Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atração sexual pelas fêmeas através da castração. O animal “inteiro” excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos. O dono precisa vencer o preconceito, algo que é inerente aos humanos apenas, e pensar na castração como um benefício para seu animal.

Porque deve esterilizar as fêmeas?
1. Evitar acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação.
2. Evitar câncer em glândulas mamárias na fase adulta.
3. Evitar piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas.
4. Evitar episódios frequentes de “gravidez psicológica” e suas consequências como infecção das tetas.
5. Evitar cios.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxofemural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).
  http://www.webanimal.com.br/cao/index2.asp?menu=castracao.htm


O que é posse responsável ? É ter a guarda de um bichinho e não lhe deixar faltar nada. É zelar por sua saúde, sua alimentação, amor e segurança. É respeitá-lo, respeitar suas características, seus hábitos, e ser um verdadeiro guardião. E principalmente JAMAIS ABANDONAR!
Se você pretende ter um bichinho de estimação, precisa pensar em alguns pontos fundamentais.
Bicho não é brinquedo. É uma vida, tem temperamento, características pessoais, e você será responsável por ela por muitos e muitos anos. Afinal normalmente não abandonamos um filho porque ele não cresceu com o temperamento que consideramos "adequado".

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nunca deixe alguém fazê-lo sentir que lhe está a fazer um favor ao adotar o animal.

O que fazer se eu encontrar um animal nas ruas?

 Quase todos os abrigos de associações estão sobrelotados e não têm condições para acolher mais animais com o mínimo de conforto e segurança. Por isso, o ideal será a pessoa que o encontrou acolher o animal temporariamente, e procurar uma família que o queira adotar. 

O primeiro passo será tirar boas fotografias ao animal. O “mercado” de adoção de animais está saturado, por isso a qualidade das fotografias é essencial para o sucesso da adoção. Devem ser tiradas várias fotografias, de vários ângulos, incluindo focinho e corpo inteiro, e em que seja perceptível a meiguice do animal: ao colo, a receber festas, etc. As melhores fotografias são tiradas ao mesmo nível do animal, e não de cima.
Com as fotografias que tirou, coloque anúncios nos vários sites e fóruns de adoção de animais:

Também pode colocá-las num blog pessoal, se o tiver, e ainda imprimir alguns panfletos para afixar em locais públicos ou semi-públicos (sempre com permissão) como lojas de animais, clínicas veterinárias, ginásios, lojas e outros estabelecimentos comerciais, etc

Prepare-se também para fazer muitas perguntas. Faça uma lista, para não esquecer nenhuma. Eis algumas das perguntas que deverá fazer sempre:
 
 1. O animal é para si ou é para ser oferecido? Se for para ser oferecido não se esqueça de falar com a pessoa que vai recebê-lo, um animal nunca pode ser um presente surpresa!

2. Já tem algum gato/cão? Qual o seu estado de saúde: FIV (vírus da imunodeficiência felina) e FELV (vírus da leucemia felina) negativos, idade, se está esterilizado, personalidade (acima de tudo sociabilidade com outros animais), tipo de alimentação etc.

3. Já teve algum animal no passado? O que lhe aconteceu? (Não deve aceitar uma resposta como “Morreu de velhice”, procure fazer perguntas mais específicas)

4. Os gatos e cachorros vão, na maioria das vezes, causar alguns estragos durante o período de adaptação ao novo lar. O que faria se o seu gato arranhasse a mobília ou se o cachorro roesse as pernas da mesa?

5. Vive com alguém? Tem crianças em casa? Alguém em sua casa é alérgico a gatos/cães? Se vive com alguém deve ter a certeza que essa pessoa não fica incomodada com a presença do animal.

6. Há persianas em todas as janelas e proteções no terraço, varanda, jardim…? (A resposta deve ser Sim.) O animal tem acesso as escadas de incêndio ou jardim não vedado/com vedações baixas por onde consiga fugir? (A resposta deve ser Não)

7. Um animal de estimação é um compromisso para a vida. Um gato ou um cão podem viver até 20 anos! Está preparado para cuidar dele enquanto viver? E se a sua situação atual se modificar? (Um casamento, um bebê, um namorado/a, uma mudança de casa, etc.)

8. O animal irá ter a possibilidade de vir à rua? Sob que circunstâncias? Com ou sem supervisão?

9. Está empregado? Com que estabilidade? Está desempregado? Por quanto tempo crê que se manterá a sua situação?

10. Alguns dados pessoais e profissionais (Por exemplo: a idade ajuda a compreender o nível de compromisso que a pessoa poderá ter; o emprego relaciona-se com o tempo livre que a pessoa terá para o animal).

Se as respostas a estas perguntas forem satisfatórias, o potencial adotante pode passar ao passo seguinte: vir conhecer o animal. Se a visita correr bem será pedido o pagamento de uma taxa, correspondente, por exemplo, ao pagamento da vacina e microchip. Se a pessoa recusar a adoção por não querer pagar este valor, é um bom indicativo de que se trata de um mau adotante. Os bons adotantes ficarão felizes por receber um animal já vacinado e chipado. Quem não puder suportar o valor da taxa, não terá também meios de levar o animal ao veterinário caso este adoeça.

 Segue-se uma visita sua à casa do potencial adotante.
A visita a casa da pessoa permite-lhe avaliar as condições em que o animal vai viver. Um bom adotante irá compreender o motivo pelo qual faz todas estas perguntas e segue este procedimento. Se encontrar alguém que não compreenda e se sinta incomodado com a sua meticulosidade então essa pessoa não será um bom potencial adotante.

Nunca deixe alguém fazê-lo sentir que lhe está a fazer um favor ao adotar o animal.