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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eu Sou Aquele Que Te Espera...não te esqueças de mim...eu sou o teu cão!!



O teu carro tem um som especial
e eu posso reconhecê-lo entre mil.
Os teus passos têm um timbre de magia
- eles são música prá mim -
A tua voz é o sinal maior do meu momento feliz
e às vezes tu nem precisas falar: eu "ouço" a tua tristeza.
Se vejo tua alegria, como isso me faz feliz !
Eu não sei o que é cheiro bom ou mau:
só sei que o teu cheiro é o melhor.
De algumas presenças eu gosto, de outras não,
mas a tua presença é a que movimenta os meus sentidos.
Tu acordado me despertas,
tu dormindo és o meu Deus em repouso
e eu velo teu sono.
O teu olhar é um raio de luz
quando percebo o teu despertar.
As tuas mãos sobre mim
têm a leveza da paz.
E quando tu sais, tudo é vazio outra vez ...
Eu volto a esperar sempre e sempre
pelo som do teu carro,
pelos teus passos,
pela tua voz,
pelo teu estado (sempre inconstante) de humor,
pelo teu cheiro,
pelo teu repouso sob minha vigília,
pelo teu olhar,
pelas tuas mãos.
E até consigo ser feliz assim !
Eu sou aquele que te espera:
eu sou teu cão.
 "Silvia Schmidt"

sábado, 19 de novembro de 2011

POR AMOR AOS SEUS ANIMAIS DEIXE DE FUMAR.....POR SUA CAUSA, ELES SÃO FUMADORES PASSIVOS!

Animais expostos ao cigarro têm grandes chances de desenvolver tumores e outras doenças!

Animais passam muito mais tempo em casa do que você - aumentando sua exposição a substâncias cancerígenas. "Os pulmões de cães e gatos são virtualmente idênticos aos pulmões humanos,"

 Não é apenas uma ameaça à saúde das pessoas. Ele também pode afetar os cães, os gatos e outros animais, dizem os veterinários.

Tem havido uma série de trabalhos científicos recentes que relatam o grande risco que o fumo passivo representa para os animais, e tem sido associado com o câncer bucal e linfomas em gatos, e câncer nasal  e pulmonar em cães.
CÂNCER NOS GATOS
A veterinária Carolynn MacAllister, da Oklahoma State University citou um estudo feito pela Tufts College of Veterinary Medicine, que mostrou que o número de gatos que vivem com câncer de boca (também conhecido como carcinoma de células escamosas) foi maior para aqueles que vivem em casas com fumadores do que aqueles que viveram em ambientes livres de fumo.
"Uma razão de gatos são tão suscetíveis ao fumo passivo se deve aos seus hábitos de limpeza", disse MacAllister. Os gatos lambem-se constantemente, e dessa forma lamberão substâncias tóxicas que se acumularam em sua pele. Este comportamento expõe as mucosas da boca aos carcinogéneos cancerígenos.
Os gatos que vivem com fumadores tem duas vezes mais probabilidade de desenvolver linfoma maligno, um câncer que ocorre nos linfonodos,  fatal entre 3 de 4 gatos.



CÂNCER NOS CÃES
Estudos indicam que o comprimento do focinho desempenha um papel no tipo de câncer que um cão provavelmente desenvolverá através do fumo passivo. De acordo com um levantamento de pesquisas recentes do LiveScience.com, cães com focinho longo são mais propensos a desenvolver câncer nasal, uma vez que o focinho têm mais área de superfície sobre a qual as substâncias cancerígenas podem se acumular, enquanto cães com focinhos curtos e médio são mais propensos a desenvolver câncer de pulmão.
EM CÃES
Os sinais de alerta do câncer de pulmão em cães incluem perda de peso, tosse crónica e fadiga. Os cães com câncer nasal apresentam sintomas diferentes, que incluem espirros crónicos, corrimento de sangue na cavidade nasal e inchaço na região nasal.
EM GATOS
Os sinais de aviso de linfoma em gatos incluem falta de apetite, perda de peso, problemas respiratórios, vómitos e letargia.

Sinais e sintomas do câncer em cães nem sempre são imediatamente reconhecíveis. Para o diagnóstico completo e preciso e tratamento, os responsáveis devem visitar um médico veterinário.
 
Que o cigarro faz mal à saúde dos seres humanos, todos já sabem. Mas estudos que começaram há cerca de 30 anos e concluídos recentemente apontam que os animais expostos à fumaça do cigarro também correm sérios riscos de desenvolver doenças graves e até morrer por conta do tabaco.
A Organização Mundial da Saúde encontrou cerca de quatro mil substâncias tóxicas no cigarro, dentre elas monóxido de carbono, benzeno, cromo, níquel e arsénio são as que mais preocupam.
O que agrava ainda mais a situação de animais fumadores passivos é que suas vias respiratórias são mais sensíveis do que as de seus tutores. Ou seja, a exposição do cão, gato ou pássaro à fumaça do cigarro é ainda maior, assim como sua inalação.
O risco aumenta ainda mais em cães com focinho longo, como das raças Doberman, Collie e Afghan Hound, que podem desenvolver câncer nasal mais facilmente. Já animais com focinho curto têm mais chance de desenvolver câncer de pulmão.
Os cientistas descobriram que há uma ligação entre os tipos de câncer e as características físicas dos bichinhos. Nos cães de focinho curto, por exemplo, a fumaça passa rapidamente pela via respiratória, fazendo com que as toxinas acabem se instalando no pulmão. Já entre os de focinho longo, a fumaça se aloja nas vias respiratórias do bichinho.

http://www.livescience.com

AME OS SEUS ANIMAIS COMO ELES O AMAM A SI...NÃO FUME!!



Como minimizar os riscos
O mais indicado é parar de fumar. Mas, se isso não for possível, os cientistas recomendam que o tutor do animal fume fora de casa ou crie áreas exclusivas dentro da casa para a prática pouco saudável, sem deixar, é claro, que os animais tenham contato com o ambiente.
PELA SUA SAÚDE E DOS SEUS ANIMAIS DEIXE DE FUMAR....RESPEITE A SUA SAÚDE E A DOS ANIMAIS!
As substância tóxicas também se alojam no pelo dos animais, por isso, escová-los e tosca-los ajuda na higienização dos cachorros e, principalmente, dos gatos, que têm costume de se lamber. Purificadores de ar e suplementos ricos em vitamina C minimizam os efeitos de células cancerígenas.
Para a análise mais detalhada e cuidados específicos com o seu melhor amigo, sempre é melhor procurar um veterinário de confiança.
Aves também correm o risco de câncer de pulmão, bem como a pneumonia, porque seus sistemas respiratórios são hiper sensíveis a qualquer tipo de poluente atmosférico.

 
Vocês devem saber que o cigarro causa isto tudo em você donos:
  • Diminuição dos batimentos cardíacos, da pressão arterial e da respiração.
  • Câncer do pulmão, da boca, da garganta, do esófago, da laringe e da bexiga.
  • Angina de peito e enfarto do miocárdio.
  • Isquemias ou hemorragias cerebrais.
  • Doença pulmonar obstrutiva crónica.
  • Maior risco de contrair câncer dos rins, pâncreas e estômago.
  • Tosse típica.
  • Maior probabilidade de sofrer bronquite crónica e enfisema.
  • Impotência Sexual.
Em fumadores passivos o efeito é mais agressivo, pois a fumaça não passa por nenhuma espécie de filtro.


quarta-feira, 1 de junho de 2011

O PORQUÊ DE ADOTAR UM CÃO OU UM GATO....

SE QUERES ALGUÉM QUE COME QUALQUER COISA QUE LHE PONHAS NA FRENTE E QUE NUNCA DIZ QUE NÃO É TAO BOM COMO A DA MÃE DELE.....ADOTA UM CÃO!!:o)
SE QUERES ALGUÉM QUE ESTÁ SEMPRE PRONTO A SAIR,A QUALQUER HORA,DURANTE E PARA ONDE TU QUISERES...ADOTA UM CÃO!:o)

SE QUERES ALGUÉM QUE NUNCA MEXA NO COMANDO DA T.V.,NÃO QUER SABER DE FUTEBOL E SE SENTA Á TUA BEIRA ENQUANTO VÊS FILMES ROMÂNTICOS...ADOTA UM CÃO!
SE QUERES ALGUÉM QUE FICA CONTENTE POR SE DEITAR NA TUA CAMA SÓ PARA TE AQUECER OS PÉS E QUE PODES EMPURRA-LO SE ELE RESSONAR...ADOTA UM CÃO!!
SE QUERES ALGUÉM QUE NUNCA CRITICA O QUE FAZES, NÃO QUER SABER SE ÉS BONITA OU FEIA, GORDA OU MAGRA, NOVA OU VELHA, QUE AGE COMO SE CADA PALAVRA TUA VALESSE A PENA OUVIR E QUE TE AMA INCONDICIONALMENTE...ADOTA UM CÃO!:o)


A maioria das pessoas acha que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir. Não é bem assim!
Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães?
Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia.
Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas.

Os gatos são criaturas adoráveis e amam seus donos acima de tudo, porem têm um jeito diferente de amar...mas nem por isso deixa de ser verdadeiro!!

É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama.!

Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão connosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles ficam na nossa cama e nos protegem.!

Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos ficam por perto para nos proteger!!

Se você não tem um gato, e um gato vadio entra em sua casa, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vadio escolheu-a para a ajudar. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vadio, encontre um lar para ele.!!

Eles são grandes amigos e companheiros!Eles são doces,meigos e fieis!!
Adote um gato. sua vida nunca mais será a mesma!


sexta-feira, 25 de março de 2011

CÃO E GATO ADOPTADOS JUNTOS, VÃO SER GRANDES AMIGOS!!

Frases como “parecem o cão e o gato” dão a ideia que os dois, juntos e a viver debaixo do mesmo tecto, não é uma boa ideia. Sim, é verdade que somos animais completamente distintos em termos de aspecto, hábitos e personalidades, no entanto, é possível vivermos em harmonia! Eis algumas dicas para uma convivência pacífica entre felinos e caninos!

Se um gatinho e um cãozinho forem criados juntos desde muito novos, o mais certo é que aprendam a tolerarem-se logo desde o início e até podem crescer e serem grandes amigos, brincando e dormindo a sesta juntos. No entanto, se o seu felino ou canino já for um elemento da família e à qual pretende juntar um cão ou gato novo, então algumas precauções especiais terão de ser tomadas para garantir que não hajam feridos, que a sua casa se mantenha intacta e que você não desista dos seus animais de estimação para o resto da vida! 
Passo 1: É certo e sabido que nós felinos podemos perfeitamente coexistir com um cão desde que tenhamos tempo suficiente para nos habituar à sua presença, ao seu odor, ao seu ladrar, às suas brincadeiras (por vezes muito agressivas para o meu gosto, mas adiante!), até porque nós não somos nenhum “gato-vai-com-todos”! Traduzido para linguagem de animais de estimação, isto quer dizer que a primeira introdução terá de ser feita com o gato e o cão ao mesmo nível – sim quero vê-lo olhos nos olhos! Certifique-se que cada um de nós esteja no colo de um dos donos, porque isso dá-nos um sentido de segurança, fundamental para este primeiro encontro! Vamos tentar ser fortes (eu pelo menos vou!), mas se a dada altura sentir que um ou ambos está muito assustado ou agressivo, o melhor é retirar-me do local e tentar novamente mais tarde. Não force a situação, será pior a longo prazo!

Passo 2: Nunca deve juntar os dois e deixar que se apresentem sozinhos… não me responsabilizo pelo que possa acontecer! Para além das inevitáveis arranhadelas, mordidelas, sessões de bufar e de uivar ou (nem quero pensar!) lesões bem mais graves, uma interacção não supervisionada por adultos pode traumatizar-me para a vida e não só em relação aos cães! A gata da nossa vizinha nunca mais foi a mesma depois da chegada do Rex, aliás, as introduções foram tão mal feitas que ela passou a ter medo dos cães, dos donos e até da sua própria sombra! A verdade é que nunca mais a vi…diz-se por aí que ela não voltou a sair da lavandaria…coitada!
Passo 3: Por tudo aquilo que já leu até aqui, mais vale investir em várias sessões diárias, de alguns minutos cada, para nos familiarizarmos e até nos começarmos a sentir confortáveis na presença um do outro. Até lá, certifique-se que cada um tenha o seu próprio espaço e mantenha-nos confinados a esses locais da casa durante os primeiros dias (com visitas regulares vossas claro!). No meu caso, vou poder habituar-me ao som e aos cheiros do meu colega e em segurança! Depois desse curto “sequestro” (não se preocupe, eu compreendo, é para o meu bem!), coloque a trela no cão e abra a porta do local onde eu tenho estado. Deixe-nos observar um ao outro, mas nada de correrias ou brincadeiras. Sempre que o cão começar a exaltar-se, ordene-o para se “sentar” e estar “quieto” – é mais fácil para nós felinos nos habituarmos à presença de um cão se este estiver tranquilo. Se nos portarmos bem (mesmo que eu fique a observa-lo escondido debaixo da cama!), pode e deve recompensar-nos com elogios e/ou uma guloseima.
Passo 4: Segue-se uma troca de lugares, ou seja, confine o cão durante algum tempo ao quarto onde eu tenho estado e deixe-me explorar o resto da casa. Assim, o cão vai poder familiarizar-se melhor com o meu cheiro e eu vou poder espalhar o meu eau de perfume  pelas zonas aonde ainda não esteve.
 
Passo 5: Durante as próximas semanas comece a juntar-nos no mesmo espaço, mas mantenha o cão na trela sempre que estiver na minha presença e certifique-se que eu tenha sempre uma rota de fuga, em caso de necessidade! Enquanto estivermos juntos na mesma divisão, chame o cão para fazer alguns exercícios de treino, com direito a guloseima e tudo (estão a ver como quero ser amigo dele!). 
 
Passo 6: Volte a confinar-me ao quarto, repetindo o passo 5 até o cão prestar mais atenção a si do que a mim, ou seja, até ele obedecer ao dono mesmo comigo próximo dele. Mantenha-o sempre com a trela e observe-o. Se o cão focar a sua atenção em mim ou dirigir-se na minha direcção, chame-o a atenção, ordenando-o a vir até si ou para se “sentar” ou dê-lhe um brinquedo para distrai-lo. Quando conseguir isto, estará pronto para o passo seguinte.  
 

Passo 7: Peça a alguém para segurar no cão ou colocar-lhe a trela e entre na divisão comigo no seu colo: não desafie o cão, não me assuste a mim, apenas mostre ao seu canino que eu também sou seu! Insista nas sessões de familiarização (sempre supervisionadas!), deixando-nos aproximar, afastar e cheirar…mas sem nunca forçar! Antes pelo contrário, recompense-nos sempre que nos portarmos bem na companhia do outro. A sério que funciona, não é só por causa das guloseimas!
Passo 8: Vá aumentando o tempo que cão e gato passam juntos, mantendo o cão na sua trela até ao dia em que eu, ao entrar na sala onde ele se encontra, não o distraio, nem provoco qualquer reacção. Mesmo assim, mantenha-nos debaixo de olho e atento aos diferentes sinais que emitimos e que por vezes podem ser mal-interpretados: um cão que se deita de costas está a render-se ou a desafiar uma sessão de brincadeira; nós felinos quando estamos de costas não é bom sinal – estamos em estado defensivo e prontos para arranhar e morder se for preciso, por isso, saem da frente! Se um cão estiver à minha volta a ladrar, não se preocupe…preocupe-se se ele estiver silencioso e a aproximar-se lentamente! Vou fugir! E por falar em fugir… mais vale manter-nos separados do que proporcionar uma “caça ao gato” e depois não permiti-la! Por mais meigo que seja um cãozinho, se ele vir algo peludo a passar por ele a correr no sentido contrário, ele vai atrás com o objectivo de “atacar”! Faz parte do instinto canino. Ora, se ele for travado, ficará frustrado, o que pode fazer aumentar a sua agressividade para comigo! E não queremos isso, pois não? Meowwww….
 
Passo 9: Não desista e tenha muita paciência! Domesticar-nos para viver em harmonia pode demorar dias, semanas ou até meses, mas valerá a pena quando nos vir aos dois enroscados a dormir a sesta! Mas se não chegarmos a viver esses momentos de grande amizade não fique triste, nós não ficamos! O que interessa é vivermos em harmonia e não em guerra! Vai perceber por si só a altura em que pode deixar-nos sozinhos e sem correr perigo de vida: o cão já nem se cansa para me aborrecer e eu já não me escondo debaixo da cama e estou perfeitamente à vontade onde quer que ele esteja. Mas, só quero deixar uma coisa muito clara – os cães não sabem brincar! São uns verdadeiros brutos, mas enfim… nós damos um desconto! Não podemos ser todos perfeitos, pois não? A relação cão-gato é muito simples: primeiro rejeitamos, depois toleramos e no fim procuramos! Prrrrrrrrrrrrrr…..
A boa ou má relação de um cão com um gato depende do processo de apresentação que esteve na origem desta relação. De eternos inimigos (como a maioria os supõe) a grandes amigos vai algum trabalho e paciência na introdução de uma espécie à outra.

Para o sucesso desta socialização existem grandes diferenças entre as duas espécies que têm de ser ultrapassadas. A linguagem corporal é muito diferente o que pode levar a erros na comunicação dos dois animais. Os cães são animais gregários que vivem em grupos e os gatos não e alguns cães encaram os gatos como presas. Além disso deve ser tido em conta o temperamento dos animais, as diferenças de idades e de tamanho. Por exemplo animais ciumentos irão reagir pior à entrada de um novo elemento em casa; animais mais velhos podem ser mais pacientes com os mais jovens ou pelo contrário ser intolerantes e ataca- los quando tentam brincar.
Para que tudo corra bem é necessário ter paciência e saber apresentar os animais de modo a minimizar o stress e os riscos de um ataque entre cão e gato
Se ambos os animais forem jovens o trabalho está facilitado pois estão na fase ideal de socialização. Nesse caso deve deixar que eles se cheirem, que brinquem e partilhem a cama vigiando-os sempre de perto para avaliar as reacções em cada situação. Quando um ou ambos os animais são adultos pode demorar mais tempo até que o animal que já vivia em casa se habitue à presença do outro.
que pode causar ferimentos sérios e traumas irresolúveis.

Se o cão for o mais antigo em casa deve treinar bem as regras de obediência como “senta”, “fica” e “deita” previamente para ser mais fácil controla-lo na presença do gato. Se for o gato o animal da casa deve ser habituado antecipadamente a ficar numa só divisão que será o local onde ele poderá descansar e alimentar-se sem o cão presente.

 Os passos a dar na apresentação dos animais devem ser:
- Permitir que cheirem objectos um do outro para que se apercebam que existe outro animal em casa
- Iniciar o contacto entre os dois animais tendo o cão preso à trela e o dentro de uma caixa afastados alguns
metros para que não tentem atacar-se e ir distraindo ambos com guloseimas e brinquedos. Ir aproximando os animais um do outro aos poucos.

- Quando o cão deixar de ter interesse no gato e o gato estiver à vontade na presença do cão, permitir que o gato ande à solta mantendo o cão na trela. Deve ter um borrifo de água à mão para afastar o gato caso este tente atacar o cão.

- A partir do momento em que nenhum dos animais tentar atacar o outro pode deixar ambos à solta. Deve ter em atenção que qualquer tentativa por parte do cão de perseguir o gato ou obstruir-lhe a passagem deve ser evitada e repreendida e que o gato deve ter sempre um local onde se possa isolar do cão caso queira.
Apesar de este processo de integração nem sempre ser simples pode ser a chave para um longa e feliz convivência entre os animais lá de casa.

Tiramos assim uma lição: é possível viver em harmonia apesar de todas as diferenças!
Quando um dia cheguei a casa com o Piruças, o roby (cão) ia tendo um ataque cardíaco!!! não comia, chorava, uivava e não queria nada comigo. No inicio foi  difícil eles entenderem-se, levou um meses até serem grandes amigos.:O))