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sábado, 31 de março de 2012

É NAS ALTURAS DE MAIOR CARÊNCIA FINANCEIRA QUE SE VÊ OS SENTIMENTOS MAIS NOBRES DE UM SER HUMANO EM RELAÇÃO AOS SEUS ANIMAIS!!


Nestes tempos difíceis o que importa é manter a família toda unida, incluindo os animais!!
 Pode-se ter menos, mas é muito importante termos os que amamos por perto!! Por isso aqui vai algumas dicas, para quando se têm pouco, mas não abdicamos dos que amamos e que também dariam a vida por nós...OS ANIMAIS!!

Em relação aos gatos que temos em casa, para poupar mais dinheiro mesmo o areão sendo barato podemos sempre ir buscar areia da praia! 
 (eu já fui buscar quando passei dificuldades) para poupar na ração e nas latinhas, podemos voltar aos restinhos como no tempo dos nossos avós e pais, mais vale isso do que abandonar porque não se têm dinheiro para comprar ração!!
Em relação aos cães, se não podemos comprar sempre ração também podemos dar restinhos!!
  Podemos pedir num restaurante perto de nós, que juntem os restinhos diários para dar aos nossos animais de casa ou de rua!! Não é vergonha nenhuma não ter e pedir este favor, porque da maneira que está o mundo deviamos de aproveitar tudo e não estragar nada!! há muitos animais a passar fome, quando se deita tanto para o lixo!!   

Eu trato de uma colónia de gatos e como só comerem ração é caro, eu congelo todos os restinhos 
 de casa e peço num restaurante na zona onde vivo os restinhos!! Quando cozinho aproveito tudo, as cascas, os talos das couves, etc, vão para animais da quinta (patos, galinhas, porcos, ovelhas, etc) e quando cozo o bacalhau por exemplo, nessa água faço açorda e eles adoram e estão gordinhos!!:O) Tenho uma amiga que têm 8 cães o, ela tb pede os restos de 2 restaurantes amigos, para dar aos cães!! Quando gostamos dos animais e queremos ajudar, por vezes não é preciso muito, é preciso principalmente vontade de ajudar!!

Quando não temos dinheiro para esterilizar devemos de dar a pílula ás gatas e ás cadelas,
 para não termos mais animais para cuidar!! não é saudável, mas pior é ter muitos animais a passar fome!! Uma veterinária me disse que podemos dar a pílula das cadelas ás gatas! Mas metade do comprimido!! O preço das pílulas das cadelas custa 5euros e a das gatas 12euros!! quem têm colónias de gatas deve-se inscrever na esterilização dos "animais de rua" ou nas ver nas camaras municipais da sua zona, algumas dão apoio, infelizmente ainda não é em todas no país!!

Temos o dever de ajudar os animais que andam abandonados,
 dando comida e água e partilhar com os nossos amigos para arranjarmos um bom dono!! Até esse dia devemos de cuidar dele mesmo que seja  na rua!!

No verão existe um problema extra quando não se têm muito dinheiro, PULGAS E CARRAÇAS 
Então acostume-se a borrifar os animais e o chão de toda a casa com chá de Alecrim. Para não ficar preparando o chá todos os dias, você pode preparar uma quantidade maior e guardar o borrifador na geladeira. Se você já tem esses insetos na casa e nos animais, eles vão desaparecer. Primeiro você encontra alguns carraças passeando pela casa, perdidos, tontos, porque sairam às pressas dos animais, sem saber para onde ir porque o cheiro está em todo lugar! Cate, coloque-os em um pouco de álcool para que morram e só depois jogue fora. As pessoas costumam jogá-los ainda vivos no vaso sanitário, mas aí eles não morrem, só mudam de lugar e se você morar em uma casa e não em apartamento, eles saem do esgoto e voltam para a casa. Então mate! Sem dó! Mergulhe em álcool - morrem na hora. Depois jogue fora na lata de lixo mesmo. Pense na possibilidade de cultivar alecrim e vasinhos e espalhar pela casa!!

Leite substituto ao da mãe gata!!
É o leite próprio para bebés recém nascidos separados da mãe gata.
• Receita caseira
. 1 copo de leite magro
. 1 copo de água fervida, ou de garrafa
. 2 colheres de sopa de farinha láctea
. 1 gema de ovo cozida e amassada com o garfo, sem a clara pq clara faz mal para o bebé gatinho.
. 1 colher de chá de mel
Misture tudo, bata no misturador e coloque numa vasilha de vidro lacrada. Guarde no frigorífico e na hora de alimentar o gatinho retire só a quantidade necessária. Esta receita serve para até 3 dias. Depois disso precisa fazer uma nova. É prático, saudável e barato. O leitinho caseiro pode ser administrado por meio de conta-gotas ou mesmo seringas sem a agulha. Pode dar para ao gatinho muitas vezes ao dia!!

Leite de substituição para cãezinhos orfãos!

  • 3/4 de xícara, sendo metade creme de leite integral + metade leite integral (de preferência, de cabra)
  • 1 xícara de leite integral (de preferência, de cabra)
  • 2 ovos grandes
  • 1/2 colher de sopa de proteína em pó (de fontes animais)
  • 1/3 de uma colher de chá de pó de casca de ovos
  • 5 gotas de limão
  • o equivalente à dosagem de um ou dois dias de complexo vitamínico para um gato adulto, em pó ou em comprimido, porém triturada. Observações:Se não for possível comprar leite de cabra integral, procure optar por leite A integral de vaca, não submetido ao processamento UHT – como os das marcas Xandô ou Leite da Fazenda. São opções mais “puras” e nutritivas, com um perfil de proteínas mais adequado às necessidades de carnívoros como os cães e os gatos.


COMO TIRAR O CHEIRO DA URINA

Dica 1 - Em uma vasilha Junte água, limão e bicarbonato de sódio. Aplicar sobre o local (especialmente sofá e tapetes, pois não desbota tecido)
Dica 2 - Retirar o excesso de xixi com papel absorvente, colocar um pouco de vinagre branco e maisena em cima da mancha e esperar secar por 3 ou 4 horas. Retirar com aspirador de pó.

Dica 3 - Misturar álcool e vinagre em partes iguais (ou somente álcool puro) e esfregar no local, ou colocar a solução em um pulverizador e aplicar sobre o xixi.


“Cães e gatos são animais mais sábios que os homens. Eles não desperdiçam seus dias acumulando propriedades, nem perdem o sono se preocupando em como manter os bens que possuem, ou como obter coisas que não tenham. Eles não têm nada de valor para deixar em testamento, somente amor incondicional e verdadeiro e sua lealdade.” Eugene o’Neil

sexta-feira, 2 de março de 2012

"Se todos fizessem um pouco...o mundo era um lugar prazeroso para eles viverem!"



 Se as pessoas cuidassem adequadamente de seu animal de estimação e o tratassem com o respeito que ele merece, não haveria abandonos e maus-tratos e os animais fariam parte da família que eles tanto amam.


 Se nas escolas ensinassem as crianças desde cedo como cuidar dignamente de um animal e discutissem a importância desta atitude, elas cresceriam valorizando seu amigo, além de se tornarem seres mais responsáveis.




Se as crianças aprendessem a valorizar todas as formas de vida, quando adultos saberiam como ninguém amar e respeitar o ser humano e seriam menos preconceituosas também.

 Se estas crianças transmitissem os conhecimentos adquiridos sobre posse responsável aos pais, familiares e amigos e conseguissem influenciá-los, a realidade dos animais seria bem mais positiva.
 

Se os proprietários entendessem a necessidade de levar seus animais de estimação para castrar, como coisa rotineira, não haveria nascimentos indesejados, abandonos e mortes.


Se as Camaras Municipais  realizassem campanhas de castração gratuitas para que as pessoas de baixa renda pudessem utilizar este serviço, o problema da superpopulação estaria resolvido ou pelo menos minimizado.

 Se os governos entendessem que é muito mais barato e eficaz castrar os animais do que manter a carrocinha e a morte indiscriminada de cães e gatos por injeção letal, já teriam modificado há muito tempo a política dos canis e gatis.


Se os animais estivessem todos castrados, não haveria superpopulação e os que porventura ainda estivessem nas ruas não procriariam, o que diminuiria significativamente o número dos desabrigados.
 

Se não houvesse animais vadiando pelas ruas, as pessoas passariam a valorizá-los e eles seriam poucos e especiais.
 
 Se os animais que são comercializados só fossem vendidos já castrados, isto evitaria que muitos aproveitadores quisessem animais de raça só com o intuito de procriação e venda de filhotes.

 Se as pessoas entendessem que os animais são seres vivos e sensíveis, elas não desejariam possuir um determinado animal só porque sua raça está na moda. Elas saberiam que por trás daquela raça existe um ser que ama e sofre e que se apega às pessoas que cuidam dele.

Se as pessoas entendessem que os animais, assim como nós, sentem dor e medo, elas se compadeceriam deles e tentariam ajudá-los quando estivessem necessitados.
 
 Se as pessoas se compadecessem dos animais que estão sofrendo nas ruas e os resgatassem e cuidassem deles para depois encaminhá-los para adoção, diminuiria muito o número de mortes por doenças e desnutrição.


Se as pessoas ficassem atentas às necessidades básicas dos animais como alimentação adequada, vacinação anual e abrigo contra as intempéries, todos eles teriam uma vida longa e digna.


 Se as pessoas soubessem que os animais além de comida e abrigo precisam também de atenção e carinho, eles seriam muito mais felizes.

 Se todos soubessem que prender animais em correntes ou espaços mínimos só gera revolta e infelicidade, todos os animais viveriam livres e satisfeitos no espaço a eles destinado.


Se todos soubessem que os filhotes deveriam ser ensinados apenas com recompensas pelo acerto e nunca com castigos e violência, as pessoas teriam em sua companhia animais adestrados e educados.


Se as pessoas soubessem que seu animal de estimação pode viver entre 12 e 15 anos, dependendo do porte, não haveria tantos abandonos provocados por velhice.
 
 Se as pessoas soubessem que, como qualquer ser humano, os animais precisam mais delas quando estão doentes ou velhos, eles não seriam abandonados no momento que mais necessitam de cuidados.

 Se as pessoas proporcionassem uma vida boa aos animais de estimação, receberiam em troca uma gratidão sem limites e uma dedicação que não se iguala a nenhum sentimento humano.

 Se todos fizessem um pouco, com certeza esta situação de abandonos, sofrimentos  e mortes seria atenuada.
Para que isto aconteça, precisamos lutar e nos empenhar, pois os animais dependem de nós.

Autora: Maria Augusta Toledo

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CÃES E GATOS DE RUA...TRISTE REALIDADE PORTUGUESA...AJUDE A MODIFICÁ-LA ADOTANDO E ESTERILIZANDO!

Triste Realidade Portuguesa 

Em Portugal, a população de cães e de gatos cresce descontroladamente dia após dia. Este aumento resulta não só das ninhadas de animais que vivem nas ruas, mas sobretudo das ninhadas geradas por animais ao cuidado de alguém. Infelizmente, são ainda demasiadas as pessoas que não se importam que os seus animais se reproduzam ou que permitem que os seus animais não esterilizados passeiem sozinhos, dando assim azo a que estes se reproduzam com animais de rua e dêem origem ainda a mais animais errantes.

 
 O destino dos animais destas ninhadas é quase sempre incerto.
Muitas ninhadas nascem nas ruas, algumas ninhadas são mortas por afogamento (situação ainda muito comum no nosso país), outras ninhadas são “despachadas” para adoptantes irresponsáveis e outras ainda são cobardemente abandonadas. Uma coisa é certa: trata-se de um círculo vicioso. A maioria destes filhotes vai também reproduzir-se e dar origem a mais filhotes que terão igualmente um destino incerto. A história repete-se vezes sem conta, resultando em mais animais nas ruas, mais animais abandonados, mais animais vítimas de abuso e maus-tratos, mais animais atropelados e mais animais abatidos nos canis e gatis municipais.
 Infelizmente, por maior que seja o nosso esforço, são muito poucos os animais que nascem com a sorte de conseguirem um bom lar
  (são muitos mais os animais do que os lares para os acolher). Milhares de animais são abatidos todos os anos em canis e gatis municipais, simplesmente porque ninguém os quer. A grande maioria dos animais que são mortos não são idosos, não estão feridos, não estão doentes nem são anti-sociais. Muito pelo contrário, são jovens, bonitos, dóceis e brincalhões. Outro lado desta negra realidade são os milhares de animais que morrem todos os anos nas ruas devido a fome, abandono, envenenamento, atropelamento, temperaturas extremas e maus-tratos.
 
As associações portuguesas de abrigo a animais sentem-se elas próprias impotentes para dar resposta ao problema da superpopulação de animais de companhia, pois encontram-se (na sua esmagadora maioria) sobrelotadas e sem condições para acolher mais um animal que seja.
 
Não será mais racional e humano evitar-se o nascimento de tantos animais?
  A esterilização é a forma mais eficaz de combater este problema pela raiz, evitando que nasçam ainda mais animais, apenas para morrerem depois de muita dor e sofrimento. Neste momento existem centenas de milhar de animais em Portugal que esperam ansiosamente a oportunidade de terem uma família. Não faz nenhum sentido deixar nascer ainda mais animais sem que tenhamos antes ajudado aqueles que já estão nas ruas ou nos abrigos e nos canis/gatis municipais a aguardar a possibilidade de terem uma família.
  
A superpopulação de animais de companhia 
, ou seja, a existência de um número muito mais elevado de animais do que de famílias dispostas a acolhê-los, tem como consequência o sofrimento e extermínio anual de muitos milhares de animais em Portugal. Esta situação não se resolve com mais albergues para animais nem com mais campanhas de adopção. O problema tem de ser atacado pela raiz: educando as pessoas para que impeçam que os animais se reproduzam e para que os esterilizem.
 Os cães e os gatos foram seleccionados pelo Homem ao longo de milhares de anos para terem as características que hoje têm e tornaram-se dependentes de nós para sobreviverem. Nós, humanos, somos os únicos responsáveis pela superpopulação de animais de companhia e temos o dever de resolver este problema que nós próprios criámos.
 
 A magnitude do problema da superpopulação explica-se em parte pelas elevadíssimas taxas de reprodução dos gatos e dos cães. 
Segundo a WSPA (Sociedade Mundial Para a Protecção dos Animais), uma única cadela, com uma vida reprodutiva de 6 anos, poderá dar origem a 6000 descendentes; uma gata, em apenas 2 anos, poderá deixar 2000 descendentes
 
A esterilização é a forma mais eficaz de lutar contra o gravíssimo problema da superpopulação de animais de companhia e os inúmeros problemas associados um círculo vicioso de reprodução irresponsável, negligência, abandono, maus-tratos, morte por atropelamento e abate em canis/gatis municipais.
A forma como o Estado e os Municípios lidam com o problema consiste em abater os animais que ninguém quer, uma solução que, além de desrespeitar em absoluto a dignidade dos animais, é completamente ineficaz. 
De acordo com um relatório de 1990 da Organização Mundial de Saúde, “a remoção e abate de cães nunca deverá ser considerada a forma mais eficaz de lidar com um problema de excesso de população de cães na comunidade: não tem efeito sobre a causa raiz do problema, que é a sobre-reprodução dos cães”. O mesmo relatório conclui que “a longo prazo, o controlo da reprodução é de longe a estratégia mais eficaz de gestão da população canina”.
 
A Associação Animais de Rua nasceu pouco a pouco, quase sem que déssemos por isso.
  Em 2005, um grupo de amigos juntou-se com o objectivo de angariar fundos para esterilizar uma colónia de gatos de rua que vivia em condições muito precárias na cidade do Porto. Conseguiram-se os fundos e todos os gatos da colónia foram esterilizados e desparasitados. A diferença na qualidade de vida daqueles animais, antes magros e feridos por causa das lutas territoriais e ninhadas sucessivas, e agora bem-nutridos e de pêlo brilhante, fez-nos desejar poder melhorar dessa forma as vidas de mais animais de rua. Conhecíamos cada vez mais casos de ninhadas afogadas ou enterradas vivas, de crias a morrer atropeladas ou vítimas de doença e, por isso, decidimos criar um grupo de trabalho para esterilização de animais de rua ou carenciados.
 
Idealmente, a Associação Animais de Rua não deveria existir. Num mundo ideal, todos os animais de companhia teriam direito a viver num lar
 protegidos das condições climatéricas adversas e dos perigos da rua. Mas, como sabemos que no nosso país estamos ainda, infelizmente, muito longe de conseguir esse objectivo último, a Associação Animais de Rua foi criada para tentar minorar o sofrimento dos animais de rua e não permitir que continuem a gerar mais vidas sem abrigo, destinadas a sofrer, sem acesso a alimentação nem a cuidados de saúde. O nosso trabalho é paralelo e complementar ao trabalho das associações de protecção animal que acolhem e encaminham para adopção animais abandonados. A Associação Animais de Rua não tem espaço próprio e, portanto, não pode acolher animais errantes. O nosso trabalho consiste no apoio à captura e esterilização de animais de rua, que são posteriormente libertados no seu meio. 

 A Associação Animais de Rua sobrevive exclusivamente graças a donativos de pessoas que acreditam na importância do trabalho de esterilização de animais de rua como forma de combater o sofrimento dos animais abandonados. 
O número de animais sem lar não pára de crescer, e os nossos recursos são muito limitados. Por mais que queiramos, não conseguimos atender a todos os casos com que nos deparamos. Por isso, toda a ajuda é bem-vinda!
http://www.animaisderua.org/somos

EU ADOTEI UM ANIMAL DE RUA...E VOCÊ???
AJUDE OS ANIMAIS TIRANDO UM DA RUA, DE UM CANIL OU DE UMA INSTITUIÇÃO...FAÇA A DIFERENÇA!!