terça-feira, 11 de maio de 2010

A DESUMANIDADE DO ABANDONO!!

ADOPTAR UM ANIMAL ABANDONADO  É UM ACTO DE AMOR....
Quando a época balnear chega, com ela vem o sol, a praia, o descanso, enfim uma série de comodismos que todos os seres humanos gostam, especialmente na companhia dos seus animais de estimação. Infelizmente há quem não sinta o mesmo, existem pessoas cuja palavra férias significa arranjar uma solução para os seus fiéis amigos de companhia, e quase sempre muitas destas pessoas optam por uma decisão fácil e eficaz: O ABANDONO. Embora esta decisão seja a mais incorrecta, faz parte da realidade e vemos cada vez mais animais abandonados durante o período das férias. Mas este problema não se resume apenas ao simples e horrendo facto do abandono, pois projecta-nos para problemas mais graves, começando logo pela exposição dos animais a ambientes completamente diferentes do habitual. Estes novos ambientes despertam nos animais os seus instintos naturais básicos, o que leva as pessoas a pensar “ele vai conseguir sobreviver, é da raça x e eles conseguem”. O que a maioria das pessoas não sabe ou se esquece é que, apesar dos animais terem esses instintos nos seus genes, não significa que se adaptem com êxito pois não foram ensinados a ser independentes, ou seja, como por exemplo, não foram ensinados a caçar pelos progenitores. Normalmente são criados num ambiente familiar desde bebés o que os leva a não precisarem de desenvolver os seus instintos. Depois ainda vem o problema das possíveis epidemias a que ficam expostos. A maioria dessas epidemias é transmissível, quer aos animais quer ao ser humano. Também é importante lembrar do trabalho que muitas pessoas têm ao auxiliarem os animais abandonados, dando-lhes abrigo, comida e até carinho voluntariamente. Estas pessoas conseguem organizar a sua vida e arranjar tempo para cuidar dos indefesos animais que lhes aparecem à porta.

Abandono

Olhos profundos, em súplica, quem ouvirá?
quem entenderá? Corpo solitário ferido e
cansado. Busca no horizonte sonhos, sonhos
utópicos de um futuro, talvez. Alegria que atracou em portos passados
e ali ficou, alma abstrata a desejar, ainda
que por minutos, ser o cãozinho da casa
ao lado.

Coração canino, mas CORAÇÃO, desejando
um meigo carinho ainda que momentâneo
a vontade de se entregar ainda que num afago
passageiro.

As forças se enfraquecem diante da cruel
realidade de outrora o cão feliz, hoje nada além
de um ser, aqueles a quem chamam de
"vira latas"

Cruzam-se dias e noites, semanas e meses, tempos
acontecem, passam, não importa para alguém que
nada tem, ser sem dono é não ser. Então, para que observar
o tempo?

A fome a ferir cruelmente o estomago sem opção
O frio entristecendo o olhar,
Não tendo raça, o lar é a praça. A vida assim te revela
O preconceito impera e em chutes e pedras ferem não
apenas o corpo, ferem uma alma.

A indiferença é o teu bom dia, e o "sai daqui !" é
seu "olá!", não sabe se é novo ou velho, não tem cidade
não tem seu dono, não tem idade.

Os olhos a olhar a paisagem bela desejando
quem sabe, avistar um abstrato futuro que
dará fim a sua busca das mãos que na rua
o abandonou , do coração que sua solidão
prefaciou.

Um dia, aplacou a solidão de um coração
humano.Foi alegria de um retorno para casa
um dia, ofereceu um ósculo na arte de uma
lambida desejando assim, secar possivel
lágrimas.

E sua vida segue, segue com a certeza de que
Seu amor incondicional foi deveras retribuído
com o ferimento do abandono, todavia, repousa
o corpo no leito-sarjeta e espera...

Até que mancebo de vestes brancas e terno
sorriso, com lágrimas habituais ao ouvido
justifica: "é melhor assim para que pare de sofrer"
Concorda assim, afinal o que se fazer?

Eis que ali derrama o teu futuro
Eis que a morte te abraça e ternamente
te liberta de um tão acre viver..."

(Poema dedicado a todos os cães cruelmente abandonados por seus donos)

A importância dos animais de estimação
Ninguém tem dúvidas que os animais domésticos são grandes companheiros e fazem muito bem a todos (tanto crianças como adultos). No caso dos adultos, principalmente aqueles que vivem sozinhos, os animais são como um membro da família, compensando as necessidades de afecto e atenção que só os animais nos sabem dar. Para as crianças, além de companheiros leais a todas as horas, os animais também servem para ajudar a criança a aprender as coisas do dia-a-dia, pois mostram de forma acelerada as principais fases da vida (nascer, crescer, adoecer, sofrer acidentes, cuidar de si, morrer). Como estas fases são mais aceleradas nos animais a criança acaba por conhece-las através deles. Além disso, os animais ajudam a criança a desenvolver o sentido da responsabilidade, visto que precisam de constantes cuidados. Num estudo feito por Robert Bierer constatou-se que as crianças, principalmente com idade entre os 10 e os 12 anos, que tinham animais possuíam maior empatia e auto-estima. Os animais de estimação também ajudam a diminuir os estados de ansiedade, tédio e medo e desenvolvem uma melhor capacidade de integração e uma melhor concentração na escola. Um factor importante na escolha dum animal de estimação é o facto da pessoa que o adquire ter alergias (como asma, bronquite, etc.). Se assim for, a pessoa deve optar por uma animal que não desencadeie energias, como por exemplo, um aquário com peixes ou uma tartaruga. Outro factor importante é a idade das crianças que irão conviver com o animal.

A IDADE APROPRIADA PARA A CRIANÇA TER CÃO

Apesar de cada criança ter o seu próprio ritmo de amadurecimento, a idade apropriada para ter o seu primeiro animal de estimação é a partir dos seis anos. Nesta idade a criança já está familiarizada com a escola, já é mais sociável, possivelmente já compreenderá as suas responsabilidades em relação ao seu animal, ou seja, compreenderá que não o pode maltratar e que deve ter cuidados com a sua higiene e alimentação. Quando um casal já tem um animal de estimação e a mulher engravida, deverá haver treino de adaptação do animal à gravidez e, posteriormente, à chegada do bebé, pois os animais também podem não gostar de partilhar a atenção, podem sentir-se rejeitados, etc. Após o nascimento da criança deve haver sempre um adulto supervisionando as brincadeiras, pois o animal pode morder ou arranhar a criança sem querer principalmente quando esta começa a gatinhar e/ou a andar. Também se deve ter cuidado com a criança em relação ao animal pois ela pode magoar o animal devido ao facto de ainda não ter maturidade para lidar com ele.

A AMIZADE ENTRE OS DOIS

Os cães são muito brincalhões e adaptam-se facilmente às crianças, mas necessitam de tomar banho uma vez por semana e sair para passear no mínimo uma vez por dia, mesmo que a caminhada seja curta. Por isso deve-se ter em consideração se a pessoa que irá ficar com o animal tem possibilidades de lhe proporcionar o tratamento que precisa. Os gatos têm uma melhor higiene, são praticamente independentes, aprendem sozinhos a usar a caixa de areia, lavam-se diariamente com a língua e isso faz com que apenas precisem de tomar baixo uma vez por mês (na altura do banho também dever ser cortadas as unhas e caso não o saiba fazer o melhor é levá-lo a um veterinário). Pode-se então concluir que, apesar do trabalho e da constante atenção que os animais necessitam, somos sempre recompensados, pois eles proporcionam-nos alegria, companhia, lealdade, e muito mais que só os nossos amigos animais sabem dar.

Animais domésticos facilitam a comunicação

Uma pesquisa feita em Paris, na França, revelou que 76% dos entrevistados acreditam que a presença de uma animal doméstico favorece a comunicação entre os membros de uma família. Um grupo de 60 crianças foi observado e conclui-se que 63% delas possuíam animais de companhia como: cão, gato, pássaro, peixe ou tartaruga. Os resultados da pesquisa confirmam a importância desses animais no desenvolvimento da afectividade de crianças e adolescentes. O facto do animal estar permanentemente disponível para o convívio com os seus jovens donos aparece na pesquisa como uma factor-chave para o relacionamento entre os familiares e também torna os animais domésticos, uma presença de grande importância nos lares.

As crianças e os animais

A relação entre o homem e os animais domésticos existe há milhares de anos e tem sido objecto de estudo em várias áreas do conhecimento como a Antropologia, a Paleontologia, a Sociologia, a História das Mentalidades e a Psicologia. O estudo dos papéis desempenhados pelo animal de estimação na relação com os homens, bem como os desejos projectados por estes sobre os animais podem trazer importantes conhecimentos sobre o psiquismo humano. Quando a criança começa a crescer e a sensibilizar as suas relações de afecto, os objectos passam a ser substituídos por seres vivos. De todos os animaizinhos de estimação o mais comum e que mais interage com o ser humano é o cão. Com ele a criança pode brincar, correr, explorar o ambiente e viver novas experiências. Há um benefício significativo aqui: a criança não interage com total poder sobre o objecto de afeição e as suas acções provocam reacções. O cão pode correr para apanhar o objecto lançado, pode rosnar e até morder. Ele reage ao carinho, abana o rabo, salta...e agride, se for maltratado. E não é só o cão que interage com a criança, apesar de ser o mais comum, outros animais também têm um papel importante. O gato encosta-se e deixa fazerem-lhe festas e os peixinhos alvoroçam-se no aquário quando a criança lhes dá a comida. Além da relação de afecto que se desenvolve, do estímulo ao período sensório (motor, do tocar, do sentir, do explorar o corpo do animal e observar as suas reacções), muitos conhecimentos são adquiridos, tanto psicológicos como científicos. Ter um animal também requer cuidados e estes cuidados, orientados por um adulto, estimulam a autonomia e a responsabilidade.

CUIDAR DA LIMPEZA DO SEU ANIMAL E DO SEU HABITAT

Cuidar da limpeza do animal e do seu habitat, cuidar da sua alimentação, dividir o seu pão e oferecer-se um pedaço da sua bolacha, medica-lo quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afectivo e a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração à alegria e até à morte. É neste aspecto da vida e da morte que o animal de estimação tem um papel muito importante, pois a criança aprende a lidar com a perda e com a dor. Um risco que todos corremos e queremos evitar e poupar, mas o ciclo da vida é assim. Nesta convivência tão saudável e necessária, a criança aprende e desenvolve as suas relações afectivas para o futuro, influenciando assim a sua forma de se relacionar com as outras pessoas e respectivos parceiros, com segurança, compreensão, aceitação e respeito. Se no mundo das artes encontramos lugar para o desenvolvimento da criatividade e do auto-conhecimento, é no mundo da natureza que a criança desenvolve a sensibilidade, a observação, a compreensão e os sentimentos de solidariedade, generosidade, afecto e carinho. Resumindo:
A criança que convive com animais, é mais afectiva, repartindo as suas coisas, é generosa e solidária, demonstra maior compreensão dos acontecimentos, é crítica e observadora, sensibiliza-se mais com as pessoas e as situações.
Apresenta autonomia, responsabilidade, preocupação com a natureza, com os problemas sociais e desenvolve uma boa auto-estima.
Relaciona-se facilmente com os amigos, tornando-se mais sociável, cordial e justa. Sabe o valor do respeito.
Desenvolve a sua personalidade de maneira equilibrada e saudável, tendo mais facilidade para lidar com a frustração e liberta-se do egocentrismo.

Curiosidades

· Pacientes com autismo foram “acordados” do seu estado de constante recolhimento na presença e convívio com animais;
· Nos Lares de Idosos a presença de animais aumenta as expectativas de vida;
· A hipoterapia (terapia complementar com cavalos) é utilizada no desenvolvimento psicomotor de portadores da síndroma de Down e outras deficiências neuropsicomotoras congénitas ou adquiridas;
· Os animais são indicados para pessoas com deficiências sensoriais (cegos e surdos), dificuldades de coordenação motora (ataxia), atrofias musculares, paralisia cerebral, distúrbios comportamentais e outros problemas.
· O cão é capaz de pressentir antecipadamente as “convulsões” características da epilepsia, quer seja no ser humano quer noutro animal.

Como combater o abandono de animais

Existe, pelo menos, um milhão de animais abandonados em Portugal. O problema agrava-se de ano para ano pois também se torna mais difícil a adopção destes animais. As autarquias e as associações não-governamentais têm feito campanhas a alertar esta questão e para incentivar o amor pelos animais. Mas “pelo andar da carruagem” o número de animais abandonados ainda não é suficiente para sensibilizar as pessoas. Quando o nosso pai fica doente chama-se o 112 ou simplesmente levamo-lo às urgências ou, se não for grave, marca-se uma consulta médica. Pagam-se as taxas moderadoras e alguns remédios não serão inacessíveis porque temos comparticipação do Estado, para o qual pagamos os nossos impostos. Logo concluímos que, está tudo bem pensado e programado com custos acessíveis porque se trata da nossa saúde. O direito à saúde! E quando um gato ou um cão ficam doentes? Será que o gerente do banco vai ficar sensibilizado quando lhe pedir um empréstimo de 200 ou 300 euros para tratar do meu animais de estimação? Será que a minha família ficará tão sensibilizada que me vão oferecer dinheiro para eu tratar da saúde do meu gato? Será que ficará assim tão caro ao Estado ter meia dúzia de Hospitais Veterinários distribuídos pelas cidades mais importantes? Muitas das pessoas que têm animais ainda estão por civilizar! Muitas nem imaginam que existe a Declaração Universal dos Direitos dos Animais, de se diz, no artigo 6 – alínea 2, de forma muito clara que, o abandono de um animal é um acto cruel e degradante. Combater o abandono dos animais não é fácil. Existem algumas sugestões para quem tem que lidar com donos irresponsáveis, por exemplo, a elaboração de panfletos simples e não dispendiosos que forneçam informações a todas as pessoas que tencionam entregar ou adoptar um animal. Estes panfletos devem mostrar às pessoas o benefício de ter um animal castrado, os custos em alimentação e medicação que qualquer animal precisa, a longevidade do animal, se o animal não for castrado quais as possibilidades de reprodução durante a sua vida natural (números reais), etc. No caso da pessoa, por alguma razão, quiser devolver o animal para abate, deve-se lembrar essa pessoa que o animal não teve culpa e que não pôde escolher um dono responsável e que quem tem a culpa é o próprio dono.



Todo o carisma dos pequenos felinos

A domesticação do gato não ocorreu de uma forma tão rápida como a do cão, ainda que não haja certezas. Pensa-se que a domesticação do gato terá ocorrido há cerca de 5000 anos, enquanto que a domesticação do cão ocorreu, aproximadamente, há 12 000 ou 20 000 anos. No antigo alto Egipto (actual Sudão), a população passou duma vida nómada para uma agricultura que, pelas características do Nilo, predispunha de alturas de boas colheitas e anos de seca. Consequentemente era necessário um armazenamento activo dos cereais, para posterior distribuição nas alturas piores. Esta acumulação de alimento causava a multiplicação dos roedores que, obviamente, causavam muitos prejuízos. Com este acréscimo de roedores o gato selvagem (predador natural de ratos e outros roedores) foi-se aproximando dos humanos para obter alimento mais facilmente. Por sua vez os humanos, vendo as vantagens desta aproximação, começaram a relacionar-se com os gatos até criarem uma relação estável. Estes gatos selvagens deram origem ao gato Egípcio e ao Abissínio. Também existem fortes evidencias de que o gato foi domesticado em diferentes locais e em diferentes épocas. Os gatos modernos resultam da mistura destas diferentes origens.


Psicologia Canina

Desde a pré-história que os humanos treinam o cão para desempenhar várias tarefas em troca de comida e abrigo. As tarefas eram bastante naturais e instintivas, incluindo a caça e a guarda. A relação entre o humano e o cão era muito simples, assim coimo ambos o eram na altura. Então, a humanidade iniciou o seu progresso, desde a saída das grutas à civilização, durante o qual o cão esteve sempre presente, adaptando-se e desempenhando novas tarefas, enquanto a relação entre ambos se ia complicando mais. Actualmente vivemos num ambiente diferente, no qual a relação entre humano e cão está sob um grande stress. Hoje exigimos um cão com boas maneiras, uma mente estável e um comportamento obediente, em vez das simples tarefas dos outros tempos.


 AUMENTOU O NUMERO DE CÃES E GATOS NAS CIDADES

O aumento do número de cães e de gatos (como animais de estimação) e a sua concentração nas cidades obrigaram estes animais a viver em ambientes artificiais e a adaptarem-se ao ritmo de vida dos humanos. Por vezes, estas circunstâncias causam problemas de conduta o que torna mais difícil a convivência entre as pessoas e os seus animais, no ambiente que os rodeia. As condutas instintivas dos cães não mudaram quase nada com o passar do tempo, pois os cães domésticos e os cães selvagens ainda partilham muitas condutas instintivas e os mesmos padrões de comportamento de grupo. Mesmo com a criação selectiva feita pelo Homem ao longo dos anos, nada foi adicionado ao “desenho natural” do cão, apenas se destacaram algumas qualidades melhores e se diminuíram outras menos boas, mas são características que sempre estiveram presentes. Um treino e desenvolvimento de sucesso começa quando conhecemos e compreendemos o nosso companheiro canino, assim como a nossa capacidade de usar psicologia canina. 


IR AO TERAPEUTA

Um terapeuta  comportamental pode ter um papel muito importante, pois ajuda o dono a conhecer o seu animal, em termos de fisiologia comportamental e anatómica, aprendizagem e desenvolvimento. De igual modo será importante na identificação e correcção dos transtornos de comportamento, contribuindo para melhorar a qualidade de vida do animal e da pessoa. O terapeuta pode também identificar e diferenciar as condutas patológicas de inadaptação, elaborar diagnósticos e possibilidades terapêuticas. É importante não esquecer que uma boa relação entre o ser humano e o seu animal tem como base o respeito, o conhecimento, o amor e a confiança de ambas as partes, mas acentuando mais no humano. Muitas vezes os problemas têm solução, por isso não podemos desistir e procurar alguém especializado para nos ajudar.


Qualquer animal que escolha, será sempre um grande amigo

Em anos passados e principalmente na sociedade rural, os animais representavam uma utilidade totalmente ligada ao trabalho, mas actualmente, num mundo urbano cada vez menos “natural”, os animais já não são usados para esta utilidade. Devido às exigências sociais e ao facto de todos vivermos uma vida extremamente stressante, o Homem isola-se a nível emocional através de uma profunda necessidade de comunicação interpessoal. Estes factos causam uma vontade de procurar alivio para a solidão e algo que mantenha vivo o sonho e as lembranças de uma natureza cada vez mais distâncias. Assim, o animal doméstico transforma-se num confidente e amigo cuja compreensão e paciência permite aliviar a ansiedade e as depressões existentes no ser humano. Deste modo podemos provar que:


Acariciarmos um animal pode ajudar a relaxar e a baixar a pressão sanguínea;

Observar um aquário faz com a pessoa se sinta mais calma (é aconselhado por muitos terapeutas em situações de stress laboral);
Os animais de companhia, especialmente os cães, ensinam as crianças a comunicarem melhor e a estabelecerem mais facilmente relacionamentos sociais;
Os animais de companhia estimulam o bom humor e o divertimento (numerosos estudos indicam que o bom humor é a melhor ferramenta para combater o stress e aliviar a tensão);
Nas pessoas idosas, a companhia dos animais permite reduzir, de forma deslumbrante, o número de visitas ao médico e os riscos de suicídio.

COM O VERÃO A CHEGAR....OS ABANDONOS DE ANiMAIS VÃO COMEÇAR!!




ABANDONAS-TE O TEU MELHOR AMIGO!!:o(
Campanha de adopção
Um cão, uma casa.


Associações Zoófilas que aderiram a este projecto:

Zona Norte
Associação dos amigos dos animais de Chaves
Associação animais de quinta de Gondomar
Canil Municipal de Penafiel
Cantinho dos animais abandonados de Viseu

 Zona Centro
Associação de protecção dos animais abandonados do Cartaxo
Associação de protecção aos animais errantes de Castelo Branco

http://queroumgato.blogspot.com/2010/11/animais-da-characara-da-gata-preta.html
Zona de Lisboa
Associacão dos amigos dos animais de Almada
Associação Bianca Sesimbra
Associação Sobreviver Setúbal
Canil Municipal de Oeiras
Canil Municipal de Sintra
Núcleo de apoio aos animais de Sintra
Pé ante pata Lisboa
SOS animal Lisboa

Zona Sul
Associação dos amigos dos animais abandonados de Loulé
Associação cantinho dos animais de Beja
SOS animais de Moura

Ilhas
Sociedade protectora dos animais do Funchal

"Fale sempre a verdade, mesmo que isso o leve a morte ..... proteja os indefesos que não podem defender-se por si ..... não cometa erros ... ame as pequenas criaturas de Deus em forma de animais, são pequenos anjos" ..... (São Francisco de Assis)

 Mensagem aos meus queridos amigos patolas que também perderam os donos!! foram vistos pela ultima vês a fazer as malas para irem de férias....contentes e felizes e sem pesos de consciência....vão para as praias...discotecas...restaurantes...passeios...e eu aqui na zona onde os perdi..
a passar fome...sede...desespera...do...triste..infeliz...abandonado...perdido...porque não sei do meu dono...perdi-o!! :O(
A quem o vir..diga-lhe que o perdoo...mas que volte para mim!!

ONDE O DONO O DEIXA ELE FICA À ESPERA...SÓ, TRISTE, FAMINTO...NA ESPERANÇA QUE O DONO QUE ELE AMA...VOLTE!! E VOLTARIA A AMAR O DONO DA MESMA FORMA INCONDICIONAL!!

Danos aos ecossistemas vão afetar a economia mundial em breve

















Danos EAo Ecossistemas Naturais de todo o planeta Uma Começar devem atingir uma breve em Economia, hum alertou Importante Relatório da Oeganização das Nações Unidas (ONU). A terceira edição do Global Biodiversity Outlook (Perspectivas da Biodiversidade Global, tradução livre), o GBO-3, alerta Para o Fato de Que Estão os SO SO ALGUNS Ecossistemas Próximos de atingir UM Ponto preocupante, tornando-se CADA Vez Menos Úteis à Humanidade. ALGUNS fatores agravantes Seriam Rapida Uma diminuição das Florestas, a Dificuldade de Recuperação dos cursos de EA em Águas morte massa de Arrecifes de Corais.

N º MÊS último, Cientistas confirmaram Que OS governos Não conseguiriam alcançar SUAS METAS n frear UM Perda da Biodiversidade Até o FIM de 2010. "Como São boas novidades Não", Disse Djoglaf Alves, secretário Executivo da Diversidade Biológica Sobre Convention das Nações Unidas. "Continuamos Perder UM UM UM Biodiversidade em Ritmo Nunca Antes Visto na História - A extinção da Velocidade Do DEVE SE Tornar 1,000 Vezes Mais Rápida Que Uma esperada". De acordo com De uma ONU, a Abundância de vertebrados - Que Incluí grupo Mamíferos, répteis, aves, anfíbios e Peixes - diminuiu Cerca de hum terço Entre 1970 e 2006.

Metas cumpridas Não - Como METAS n. 2.010 de frear significativamente o Ritmo da Perda de Biodiversidade Foi acordada em Joanesburgo, em 2002. Elas incluem Medidas como: frear o Ritmo da Perda dos Naturais e Degradação dos habitats, Pelo Menos Proteger das regioes Ecológicas de 10% do planeta, hum Controlar Proliferação de espécies invasivas e garantir Que o Mercado Internacional espécies Não leve A extinção.

O GBO-3 Concluiu Que nenhuma das 21 METAS atingidas Foram Complementares n º Âmbito global. Antigos Softwares País Relatórios submeteu Ao que o Grupo da Biodiversidade Convention Sobre Mostrou ter cumprido SUAS METAS n º 2010. Apesar de Haver ALGUMAS regioes em Progresso, Uma falha global Significa Que o numero de espécies ameaçadas Cresceu ª Lista Vermelha das Nações Unidas.

"Vinte Por Cento de Todos os Mamíferos, 30% de anfíbios Todos OS, 12% de aves Todas Como e 27% dos arrecifes de Corais Estão os ameaçados de extinção SO OS", Disse Bill Jackson, Diretor geral da União Internacional da Conservação UM Parágrafo Natureza, mantém Que Uma Lista Vermelha.

Conseqüências Para a economia - A relação Entre a Natureza da Perda e Danos à Economia OS E mais Muito do Que figurativa Apenas, segundo hum Nações Unidas. Um Curso em Projeto, conhecido Como Economia de Ecossistemas e Biodiversidade (A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade ", TEEB), é Responsável Por quantificar o valor Monetário de Serviços Vários Que um provém Natureza, Uma purificar Como EO ar água, costas de tempestades e Proteger manter UM selvagem Vida Para o ecoturismo. QUANDO Esses Serviços desaparecerem, eles Terao de Ser Por substituídos Fundos da sociedade. O Que TEEB calculou Como Perdas Anuais das Florestas São equivalentes a 2 a 5 trilhões de Dólares.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Maré negra ameaça pântanos onde nascem animais no sul dos Estados Unidos

Maré negra ameaça pântanos onde nascem animais no sul dos Estados Unidos
NOVA ORLEANS, EUA — A mancha de petróleo que ameaça chegar ao sul dos Estados Unidos põe em risco a existência dos pântanos que os especialistas consideram "creches animais", numa época do ano na qual nascem aves, tartarugas e mamíferos.
"A creche animal da América do Norte está em perigo", estimou Mark Floegel, do Greenpeace, em uma entrevista à AFP.
A primavera é, para a fauna, o período no qual nascem os animais. Com as tartarugas marinhas, isso se traduz na migração e depois na postura de ovos. É também o momento em que as aves fazem seus ninhos. Para os animais, os pântanos da Louisiana, do Mississipi e do Alabama constituem um santuário.
Segundo Floegel, golfinhos e tartarugas marinhas estariam entre as primeiras vítimas da maré negra gerada pelo petróleo que vaza da plataforma Deepwater Horizon.
Uma constatação compartilhada por Mandy Tumlin, bióloga do Departamento de Fauna do estado da Louisiana. "Os golfinhos estão particularmente ameaçados porque não têm nenhuma pele para protegê-los do petróleo. O óleo penetra em seus olhos, sua pele e nas demais mucosas".
Seu colega, o ornitologista Michael Carloss, reafirma: "As aves aproveitam a primavera para migrar. Neste momento, os pelicanos pardos fazem ninhos e seus ovos não devem demorar a eclodir". Sua população é estimada em 30 mil na Louisiana.
Se invadir os pântanos, o petróleo entrará na cadeia alimentar de toda a região. O "bayou" (grande região úmida do sul da Louisiana) é repleto de peixes e crustáceos, manjar para as aves, jacarés e guaxinins.
"Os peixes ficariam manchados. Quando os pelicanos e outras aves comessem esses peixes, se contaminariam, e depois seus filhotes", explicou Carloss.
Quando ingerido, o petróleo provoca inflamações e lesões internas com consequências muitas vezes fatais, lembrou Mandy Tumlin.
A isto se soma o estresse provocado pela camada de petróleo. "Um pássaro preso no meio tentará com todas as suas forças se soltar. Se não conseguir, estará completamente desorientado. E depois estarão os filhotes que, se seus pais morrem, ficam sozinhos no ninho sem nada para comer", acrescentou Michael Carloss.
Os especialistas consultados pela AFP compartilham sua inquietude pelo futuro da tartaruga de Kemp, ameaçada de extinção
Essas tartarugas marinhas, que vivem exclusivamente no continente americano, "estão migrando para a costa do México para pôr seus ovos nas praias", explicou Sarah Burnette, do Instituto Audubon.
E "a camada de petróleo se encontra no meio de sua trajetória", disse.
Por enquanto, "cerca de vinte tartarugas foram encontradas mortas nas praias do estado do Mississipi, mas não sabemos se o petróleo é a causa", afirmou Burnette.
Para Larry Schweiger, presidente da Federação nacional para a proteção da fauna, "a questão não é saber se a fauna estará em perigo, e sim quando estará".
A BP, que explorava a plataforma que afundou no dia 22 de abril, estima um vazamento de cerca de 800 mil litros de petróleo por dia no mar.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PROTEGAM AS AVES EVITANDO MANDAR PARA O CHÃO, PASTILHAS, CORDAS, PAPEIS,LINHAS, PLÁSTICOS, LATAS, ETC.






Abelharuco
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Coraciiformes
Família: Meropidae
Género: Merops
Nome em tradução: Bee-eater
Os abelharucos encontrados podem ser encontradas em Regiões vastas do planeta, nos dois hemisférios, nomeadamente em África e na Europa.
-Alimentação A sua alimentação Consiste basicamente em frutos, sementes e insectos.
Hábitos-abelharucos Os Vivem em colónias numerosas, Escavam e os seus ninhos nas encostas de areia, ou terra macia. As fêmeas, põe em média 3 a 9 ovos.
Tamanho-O tamanho médio destas aves quando adultas é de 35 cm.
Estatuto de conservação-Segura
A espécie não corre qualquer perigo ea quantidade destas aves é abundante Em muitos locais dos continentes onde Vivem.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Abelharuco-comum
http://olhares.aeiou.pt/
NÃO DEITES PASTILHAS PARA O CHÃO, MORREM MUITAS AVES SUFOCADAS!! OS RESTOS DAS PASTILHAS EMBRULHA EM PAPEL E DEITA PARA O LIXO!



Guarda-rios, martim-pescador ou pica-peixe são os nomes comuns dados às aves coraciformes pertencentes às famílias Alcedinidae, Halcyonidae e Cerylidae. No total, o grupo inclui 91 espécies, classificadas em 18 géneros. O grupo está presente em todos os continentes, excepto nas regiões polares e na maioria das ilhas oceânicas.Também vivem em manguezais. A maior diversidade encontra-se nas zonas de clima tropical, em particular na Oceania, enquanto que nas Américas ocorrem apenas seis espécies da família Cerylidae. O grupo habita zonas florestadas, preferencialmente junto de rios ou lagos.
Os guarda-rios são aves de pequeno a médio porte (10 a 46 cm de comprimento), de plumagem colorida e pescoço curto, com cabeça relativamente grande em relação ao corpo e um bico longo e robusto. As asas são arredondadas e a cauda é curta na maioria das espécies. As patas são pequenas e sindáctilas com os dedos frontais fundidos.
No adulto, o bico e as patas são bastante coloridos, normalmente em tons de encarnado, laranja ou amarelo. A plumagem é exuberante com frequência de cores azuis ou verdes. A forma do bico varia consoante o tipo de alimentação, sendo achatada lateralmente nas espécies piscícolas ou dorso-ventralmente nas insectívoras. Os guarda-rios que se alimentam no solo à base de frutos têm o bico bastante mais curto. A maioria das espécies não apresenta dimorfismo sexual. Os juvenis são semelhantes aos adultos e distinguem-se pela plumagem menos colorida.
Os guarda-rios são aves monogâmicas que formam casais permanentes na maioria das espécies. Há no entanto exemplos onde o casal reprodutor é auxiliado nos cuidados parentais por membros subordinados do grupo, frequentemente crias da postura anterior. Poligamia ocorre apenas no guarda-rios comum.
A frequência de postura, feita sobretudo em cavidades no solo construidas por outros animais, varia de acordo com as espécies e condições ambientais entre 1 a 4 vezes por ano. Cada postura tem em média 3 a 6 ovos, que são incubados por ambos os membros do casal durante duas a quatro semanas. Os juvenis são totalmente dependentes dos pais durante as três a oito semanas seguintes. Quando as crias começam a voar, o casal diminui drasticamente a quantidade de comida que trás aos filhos para os incentivar a procurar alimentos sozinhos. Esta fase dura em média um mês, após o que o casal expulsa as crias do território.
Comem pastilhas elásticas,  linhas, plásticos,cabelos, Cordas,  latas de Coca-Cola,
Tudo se enrola nas patinhas das Aves, desde o mero pardal ao pombo.
PROTEGE A NATUREZA..NÃO DEITES LIXO PARA O CHÃO, RIOS, MAR, LAGOS, ETC!
URGENTE
: EMBRULHA AS PASTILHAS ANTES DE DEITAR FORA:
 Pelo cheiro adocicado e atraídos pelo sabor de fruta, os passarinhos comem as pastilhas deixadas  irresponsavelmente, em qualquer Lugar.
Ao sentirem a pastilha presa no bico, tentam, desesperados, retira-la com uma Patinha ... Acontece o pior: acabam sufocados.
Por favor, embrulha os restos das pastilhas em um pedaço de papel e coloca-o lixo não.
Reencaminha esta mensagem para todas as pessoas amigas, principalmente para as Crianças, para que sejam  consciencializadas.
Ao seres Consciente,  Ajudas a natureza.

"A Imaginação É Mais Importante Que O Conhecimento ..."
(Alberto Einstein)